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Polêmica: secretário proíbe música evangélica em escolas Vereador quer que prefeito Raimundo Angelim reveja decisão |
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Segundo o documento, a medida tem o objetivo de evitar que crianças de outras religiões se sintam tolhidas por não fazer parte da comunidade evangélica. Para o vereador Astério Moreira, o secretário está utilizando erroneamente o texto constitucional, que garante liberdade religiosa para os brasileiros. “No documento ele alega que as crianças que não são evangélicas estão sendo vítimas de preconceito por não serem crentes. Entretanto, isso não é verdade. Nas escolas sempre existiram festas que não fazem parte da cultura evangélica, como quadrilha e Halloween, e o secretário não proibiu esse tipo de evento nas escolas. Então por que proibir músicas que falam apenas de paz, de amor e de Deus?”, pergunta. A determinação do secretário pelo visto ainda vai render muito “pano para as mangas”. O vereador solicitou ao prefeito que reveja com o secretário a determinação. Raimundo Angelim prometeu estudar o caso e tomar uma atitude, mas caso isso não aconteça, o público evangélico se prepara reagir ao que está sendo chamado por eles de perseguição religiosa. “Não queremos com isso obrigar crianças de outras religiões a se tornarem evangélicas, até porque isso é uma coisa voluntária, queremos é que o direito dos nossos filhos também seja respeitado, como das outras crianças. A Constituição Brasileira é para todos, assim como a liberdade religiosa”, defende o vereador. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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