| POLÍTICA | |
Seminário discute gestão das águas e recursos hídricos Instituições se juntam para definir políticas de conservação |
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O governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente realizou ontem o II Seminário de Gestão das águas e Recursos Hídricos. O evento aconteceu no auditório da Secretaria da Fazenda e reuniu diversos órgãos voltados para a preservação das riquezas ambientais, assim como representantes da sociedade civil. O objetivo do seminário é a contextualização de informações a respeito da Política Nacional de Recursos Hídricos com vistas na elaboração do Plano Estadual. A abertura dos trabalhos foi feita com a apresentação do primeiro painel do dia, colocando em foco o Panorama da Gestão dos Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. Depois de um breve debate, foi aberto mais um painel sobre o Panorama das Bacias Hidrográficas do Acre. No período da tarde foram colocadas em debate as experiências de gestão de águas e recursos hídricos do Estado, focalizando as áreas da Bacia do São Francisco, Igarapé Fundo e Riozinho do Rola, incluindo toda a Bacia do Alto Acre. A luta pela preservação das nascentes dos rios e igarapés do Acre vem fazendo crescer os debates sobre o tema, assim como as formas de participação de todos os seguimentos da sociedade no processo de gestão do desenvolvimento desses recursos. A cidade de Rio Branco já sentiu os efeitos da devastação das matas ciliares no período de estiagem, quando a água praticamente desaparece dos mananciais que abastecem os domicílios. Nesse período, as atenções também se voltam para uma fiscalização mais efetiva nas queimadas urbanas e rurais. Nesse processo, todos, sem distinção, são convocados a participar, seja evitando queimar ou denunciando a ação de quem desobedece às regras da Lei Ambienta. Ações para evitar queimadas no período da estiagem A presidente do Imac, Cleiza Cartaxo, já adiantou que o órgão está tomando todas as providências cabíveis para combater as queimadas nesse período de estiagem, quando os focos incêndios se multiplicam. Segundo ela, a primeira atitude está relacionada ao monitoramento e fiscalização, já em ação nos sobrevôos feitos em todo o Estado em parceria com o Ibama. A vigilância da área também é feita por meio de satélite. “A partir da identificação dos focos de derrubadas e de queimadas, a gente pode chegar com a equipe no local para verificar o fato e fazer a autuação quando necessária. A outra vertente que a gente está trabalhando é com a realização de pactos com as comunidades”, acrescentou. A presidente garantiu que além da capacitação das comunidades no combate aos incêndios, a realização dos pactos vai ser fundamental, já que existe um compromisso por parte do governo e das comunidades no sentido de não queimar. No caso de se chegar a conclusão de que é necessária a queimada em determinada área, todas as alternativas e condições devem ser observadas. “Por outro lado, estamos fazendo a reestruturação dos núcleos regionais do Imac no Estado. Então, com isso, os nossos escritórios regionais vão estar com pessoal em campo para atender aos produtores, dispondo de equipamentos de informática e veículos para prestar o melhor serviço possível”. | |
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