COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE
 POLÍTICA
 NACIONAL
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
POLÍTICA

Comissão de Viação e
Transporte vai discutir Lei Seca


Em meio à turbulência e arrojo que vem caracterizando a implantação da lei 11.705/98, a chamada Lei Seca, que pune com rigor o motorista pego com um mínimo de teor alcoólico no sangue, o deputado Gladson Cameli (PP) ingressou ontem junto à Comissão de Viação e Transporte da Câmara Federal com um requerimento solicitando informações às autoridades de saúde e de trânsito sobre a correta e adequada aplicação da medida. O deputado manifestou seu apoio incondicional ao rigor das penas e salientou a súbita mudança no hábito dos motoristas em todo o Brasil, hoje temerosos das pesadas multas ou mesmo do risco de perder a carteira e ainda ser preso. “Hoje as pessoas pensam duas vezes antes de beber alguma coisa para dirigir em seguida. É a retomada do senso de responsabilidade e respeito aos outros”, afirmou.

Em sua exposição de motivos, o deputado acreano lembrou os altos índices de acidente de trânsito no Brasil (um dos maiores do mundo) e o impacto rápido e positivo da lei junto à opinião pública. “Até porque todo mundo se sente mais seguro com um maior controle e fiscalização no trânsito.”
Gladson se diz, no entanto, preocupado com a aplicação da lei, sobretudo depois que algumas autoridades revelaram não estar devidamente na correta interpretação dela, já que alguns policiais e mesmo delegados de polícia declararam ter encontrado dificuldades no preenchimento do BO (Boletim de Ocorrência), quando deve ser feita a tipificação do crime”. A intenção, de acordo com o deputado, é dar a completa e definitiva interpretação da lei e não deixar lacunas das quais os infratores possam se beneficiar.

O deputado lembrou ainda a polêmica sobre a ingestão de alguns medicamentos, doces ou mesmo alimentos com baixo teor alcoólico, mas que podem ser detectados no exame do chamado bafômetro. “As autoridades precisam alertar ainda a opinião pública acerca dessas particularidades e de como a polícia vai se comportar nesses casos”, declarou. Para o deputado, é fundamental dirimir todas as dúvidas e incertezas para que a população tenha a mais absoluta segurança quanto a seus direitos e deveres em relação ao trânsito, e que a lei não deixe espaço para manobras ou recursos protelatórios que afetem a credibilidade e rigor.

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 09 de julho de 2008
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
 
 
P E S Q U I S A