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Roupas são campeãs em vendas Comércio espera aumentar vendas em pelo menos 10% a mais em relação a julho
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No que depender dos filhos, os papais de Rio Branco só vão andar elegantemente. É que as roupas estão em primeiro lugar nas vendas para o Dia dos Pais. Vinte e quatro por cento dos consumidores entrevistados na pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Acre (Fecomércio/AC) declararam que as peças de vestuário serão o presente deste domingo. Em segundo lugar, com 19% da preferência, aparecem os perfumes. Em terceiro, com 18%, os calçados. A sondagem foi realizada nos cinco primeiros dias de agosto, quando foram entrevistados 210 consumidores em 210 empresas. Conforme a pesquisa, 20% dos filhos devem homenagear seus pais com presentes cujos preços variam entre R$ 40 a R$ 60. Apenas 14% devem desembolsar mais de R$200,00 para a finalidade. Sobre a decisão do que comprar para os pais, a maioria (29%) leva em consideração um desejo de consumo que ele apresente. Em segundo lugar, 28% dos filhos entrevistados procuram um presente que tenha alguma identificação com o genitor. Entre as maiores influências na hora de comprar o presente, a situação financeira dos entrevistados aparece em primeiro lugar, com 27%. A facilidade de crédito é a segunda maior influência, com 25%. Em terceiro lugar, aparece a opção “novas linhas de produtos”, com 24%. Quanto ao comércio, 46% dos entrevistados acreditam vender mais neste ano do que em 2007. Dentre as estratégias de vendas para este período, 81% das lojas dão desconto com pagamento à vista – dessas, 61% concedem descontos que variam de 10% a 20%. No entanto, somente 9% das empresas adotaram preço de à vista nas vendas parceladas. Formal x Informal – A pesquisa aponta ainda que 79% dos empresários estão otimistas com o mês de agosto. Eles apostam em um crescimento de vendas superior em até 10% em relação ao mês de julho. Para competir com o comércio informal, concorrente desleal do mercado formal, 69% dos entrevistados acreditam que a variação do preço é a principal arma. Outros 11% acreditam que nos prazos de vendas é possível competir com esse segmento comercial. Já os demais investem em mais variedades de mercadorias, no atendimento ao cliente e em propagandas.
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