| COTIDIANO |
Pesquisas da FIEAC confirmam crescimento da indústria acreana |
Os indicadores da indústria de transformação do Acre referente ao mês de junho de 2008 são bastante positivos. As vendas reais cresceram 18,95%, comparativamente ao mês anterior. No acumulado dos últimos seis meses de 2008 o crescimento já alcança 5,69%. Destaca-se que o significativo valor observado em junho, deve-se, principalmente, ao incremento real nas vendas dos segmentos de madeira/móveis e produtos alimentares. Com relação ao emprego na indústria de transformação, o crescimento observado em junho foi de 3,71% - maior percentual observado desde janeiro de 2008. Outro indicador importante no mês de junho foi o percentual de utilização da capacidade instalada, a média de utilização chegou a 88,10%. Destaca-se que em junho de 2007, um ano antes, essa média era de 61,83%. A diferença de 26,27% entre os percentuais observados é um sinal claro de que as empresas acreanas estão ampliando a produção e reduzindo suas capacidades ociosas. Com relação à indústria da construção civil os números também são favoráveis, o emprego nesse importante segmento cresceu 7,08% em julho de 2008, reforçando as previsões realizadas no final de 2007, que apontavam para uma média mês de 10.000 empregos diretos neste setor. Somente a amostra pesquisada pela FIEAC já está empregando 3.500 pessoas diretamente, extrapolando esse número para o universo de empresas acreanas, é bem provável que a média já esteja bem perto dos 10.000 empregos diretos. Destaca-se que esse incremento possui relação direta com a intensificação do volume de obras públicas no Estado. Outros números que comprovam o bom desempenho da indústria do Acre no 1º semestre foram obtidos pela pesquisa sondagem industrial, que indicou o aumento do otimismo e da confiança do empresário da indústria, tanto a confiança na economia brasileira como no desempenho de suas próprias empresas. Com respeito aos principais problemas enfrentados pelos industriais, a sondagem indicou que a elevada carga tributária brasileira se mantém como o principal gargalo, seguida da competição acirrada no mercado e, também, do alto custo das matérias-primas.
|
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| NACIONAL |
| OPINIÃO |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
|
|