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Presentinho e presentão Não existe meio-termo. Ou o acreano compra um presentinho ou compra um presentão. Pelo menos foi o que confirmou a pesquisa realizada pela Federação do Comércio (Fecomércio) para avaliar as expectativas de aquecimento comercial para amanhã, Dia dos Pais. Segundo a instituição, 20% dos entrevistados darão presentes de R$ 40 a R$ 60, um preço razoável se comparado à valorização dos produtos expostos na vitrine. Enquanto isso, 14% pretendem dar algum agrado com valor acima de R$ 200, considerado alto quando confrontado com o salário mínimo. A variação de preços, portanto, que parece muito com o ditado segundo o qual “quando não é oito é oitenta”, é explicada pela preferência dos presentes: no “ranking” dos mais comprados, destacam-se, na ordem crescente, roupas, perfumes, calçados e aparelhos celulares. Não é a toa que Rio Branco está bem servida com números de lojas que vendem esses tipos de produtos. Isso porque não é de hoje que a preferência de presentes - qualquer que seja a data comemorativa - está elencada dessa maneira. Daí a importância das pesquisas. Os dados disponibilizados sempre em épocas como essa pela Fecomércio representam importantes indicadores para a definição de estratégias operacionais para os diversos ramos de empreendimentos do comércio organizado no âmbito da economia acreana.
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