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Melo apóia Ceasa e espera ver dobrada a produção agrícola Deputado mantém encontro com secretário de agricultura do município |
![]() Fernando Melo (E) em conversa com Mário Jorge Fadell sobre a produção agrícola |
Segundo Fadell, mensalmente os pequenos agricultores de Rio Branco vêm colhendo cem toneladas de arroz, feijão, milho, mandioca, abacaxi e banana. A agricultura municipal é movida por cerca de três mil famílias. “Evidentemente, se obtivermos também outros recursos dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, vamos injetar nesse projeto importante para a capital acreana; quem sabe, a safra não chega logo a duzentas toneladas/mês?”, comenou Fernando Melo. A Ceasa, obra que teve a garantia de recursos do Ministério da Agricultura, vai situar-se no ponto de confluência entre as margens do Rio Acre, BRs 317 e 364 e a Rodovia Transoceânica. Ficará próxima à terceira ponte, a cerca de cinco quilômetros do centro da capital. Com a assinatura de início das obras em ato celebrado com a Caixa Econômica Federal, a Prefeitura de Rio Branco conseguiu inicialmente R$ 6,8 milhões, provenientes de emendas liberadas com o empenho do senador Tião Viana (PT-AC). Segundo Fadell, a Ceasa de Rio Branco, que o prefeito Raimundo Angelim (PT) comparou a “um monumento”, vai amparar especialmente agricultores familiares, assegurando-lhes espaço e condições de comercialização no atacado e no varejo. Melo, que recentemente visitou a administração do Calha Norte em Brasília, lembrou um dos objetivos do projeto: oferecer oportunidades de investimentos e produção, valorizando produtos que tenham aceitação nos mercados local e regional. Exatamente esta é a situação dos produtores de Rio Branco. Fadell reconhece que o gargalo para a produção ser levada à Ceasa é o transporte, no entanto, demonstrou entusiasmo com o andamento do projeto, a partir da projeção do governo estadual para a construção de pelo menos mil quilômetros de ramais rodoviários. Ele e Fernando Melo discutiram a destinação de recursos suficientes para cobrir essa necessidade. “Com certeza, 100% do atendimento às famílias de agricultores ainda depende de boas estradas e de barcos em condições de navegar pelos rios da região”, ele acrescentou. | |
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