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Biocombustível de grama é mais vantajoso, diz estudo Gramas e ervas que costumam cobrir os pastos das regiões temperadas do mundo são fontes com grande potencial energético e ambiental para produção de biocombustíveis, informa estudo publicado ontem na revista “Science”. Nas comparações feitas por um time de cientistas de Minnesota, nos Estados Unidos, um conjunto de 16 plantas nativas produziu uma quantidade de energia 238% maior que as culturas como soja e milho em um período de dez anos. O estudo, liderado por David Tilman, ecólogo com experiência em pesquisas sobre sucessões ecológicas, mostra que no futuro, desde que várias questões técnicas sejam resolvidas, várias gramíneas poderão ajudar o ser humano a substituir o uso dos combustíveis fósseis, pelo menos em parte. As vantagens, nesse caso, além de energéticas, serão também de cunho ambiental. Os pesquisadores americanos, primeiro, calcularam quanto o processo de produção de biocombustível feito a partir de gramíneas, ervas e plantas do grupo das leguminosas contribuiu para liberação de gases do efeito estufa. Depois, eles compararam os dados com os obtidos para a produção de biodiesel a partir da soja e também do etanol feito com a biomassa do milho. (Folha Online) |
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