| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Uma mensagem para o futuro Interessantes, muito interessantes mesmo, as posições dessa senhora que representa o Movimento Nacional de Direitos Humanos e que está em visita ao Acre para uma palestra aos homens, veja só, a respeito da violência contra a mulher que teima em grassar na sociedade brasileira. No Acre não é diferente. Levantamentos dão conta de que, de cada grupo de 100 mulheres, 15 já sofreram algum tipo de violência. O mais grave: a violência contra a mulher não está restrita aos grotões da sociedade. Agressões verbais, maus-tratos e até assassinatos incluem os setores mais abastados e, em tese, mais esclarecidos da sociedade. Portanto, a vinda dessa senhora, que conhece o problema a fundo, é oportuna, já que permitirá reflexões sobre um problema que nos acompanha desde os tempos das cavernas. E agora, na dita modernidade, com uma gravidade: a violência contra a mulher, pelos números, já virou uma questão de saúde pública, uma questão de Estado. É preciso, portanto, uma dura intervenção nesse setor. É claro que um problema grave assim não se resolve apenas com a dureza da lei, a repressão. É preciso educação, mudanças de comportamento, na cultura. Nesse aspecto, a mãe da atualidade tem profunda responsabilidade em relação ao homem do futuro. Se as mães de hoje educarem os filhos com base no respeito às diferenças - e aí não só no que diz respeito às mulheres, mas aos homossexuais, aos deficientes físicos e outras minorias -, certamente o futuro nos propiciará uma sociedade menos violenta, menos xenófoba. Para o bem da democracia. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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