| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| O risco nas prateleiras A partir da necessidade de esclarecer o grau de risco dos remédios, eles são classificados pelas tarjas (vermelha e preta), na tentativa de evitar que representassem problemas à população, desde o consumo indevido até a venda ilegal. Os medicamentos de tarja preta são classificados de alto risco e não podem ser usado sem prescrição médica, tendo como único local de venda legal as drogarias. Mas o que se vê na reportagem da página 7 é mais um absurdo em que a ilegalidade prevalecia até a ação da Vigilância Sanitária Municipal, que por sinal está de parabéns pela ação de fiscalização. Prateleiras de comércios de produtos alimentícios de Rio Branco estavam dispondo de remédios tarjas pretas. A fiscalização feita Vigilância resultou na apreensão de mais de 300 itens, que estavam à disposição da população em uma compra fácil e de alto risco, em que poderiam estar sendo usado para diversos fins, que não para combater as doenças aos quais são orientados pelos médico. Saúde é coisa séria, portanto é necessário que os remédios sejam colocados à disposição do consumidor também com seriedade, de forma legal. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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