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FRASE
“Nosso governo decidiu dar um presente ao povo da Grã-Bretanha.” Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, tripudiando mais um Sexta 13 Essa sexta-feira 13 será terrível para os gerentes e superintendentes dos bancos estabelecidos em Rio Branco. A partir dessa data é que passará a vigorar a lei, de autoria do vereador Márcio Batista (PC do B), que estabelece tempo-limite para que os clientes sejam atendidos. O prazo máximo de espera é de meia hora. Procon cheio É muito pouco provável que os bancos consigam atender os clientes conforme estabelece a lei. Como as reclamações serão inúmeras, é bom o Procon se preparar. A diretora do órgão, Francis Mary Muniz, a Bruxinha, terá que recorrer às poções mágicas para atender à demanda. Primeiro lance A Caixa Econômica Federal foi o primeiro banco a oferecer proposta oficial para ficar com as contas da Aleac. A instituição se comprometeu com uma contrapartida de quase R$ 1,2 milhão. Membros da mesa diretora esperam os bancos do Brasil e da Amazônia se posicionarem. Notebooks O dinheiro que receberá em contrapartida do banco detentor das contas da Aleac será utilizado no projeto de modernização da casa. É provável que todos os 24 deputados tenham notebooks disponíveis no plenário. Antes, no entanto, terão que passar por curso básico de informática. Exoneração demorada O acreano Mâncio Lima Cordeiro continua à frente do Banco da Amazônia, apesar de o seu substituto ter sido anunciado há duas semanas. O presidente Lula ainda não nomeou o ex-superintendente do Banco do Brasil no Pará Abdias José de Souza Júnior para o cargo. Enquanto isso, o Acre fica sem o secretário de Fazenda escolhido pelo governador Binho Marques. Quase cumprida Mâncio Lima Cordeiro deixa o Basa com a missão quase cumprida. Fez muitas coisas como presidente do banco. Só não conseguiu que a população - e até funcionários - passassem a chamar o Basa de Banco da Amazônia. E olha que foi feita uma ampla campanha de marketing. Imbróglio Mesmo fora do poder, o ex-governador Jorge Viana continua sendo vítima da imprensa nacional. Baseado no estudo “Dinâmica do Desmatamento do Estado do Acre (1998-2004)”, a revista Veja traz matéria sustentando que houve grandes desmatamentos na floresta acreana durante os seis primeiros anos do governo petista. Em nota lançada hoje pelos jornais do Estado e em carta enviada à redação de Veja, o governador Binho Marques contesta a matéria diagnosticando má intenção do redator e manipulação de dados no texto veiculado pela revista. Desgosto no campo Gestores da administração do governo da Frente Popular não gostaram, e apresentam razões, da notícia veiculada na revista dando conta de que houve aumento do desmate no Governo da Floresta. Mas quem gosta menos ainda são os pecuaristas. Sabem que, diante de uma matéria dessas, o aperto dos órgãos ambientais será ainda maior. Goleada de nome Após o anúncio de que o campeão olímpico Carlão Gouveia desistiu de ser secretário de Esporte, chovem nomes de pretensos candidatos ao cargo. É uma verdadeira goleada de “secretariáveis” se apresentando. Via esburacada Depois da terceira ponte, do lado do Amapá, a Via Verde necessita de intervenções urgentes para recuperá-la. Inaugurada há menos de um ano, a rodovia está sendo consumida pelos buracos. Além do risco de acidentes, há o comprometimento da estética. Os ladrões também aproveitam para furtar fios, o que compromete a iluminação. Frutos do mar Felizmente acabou o reality show Big Brother Brasil. A imprensa nacional está dando destaque ao namoro do vencedor Diego Alemão com a tal de Íris Siri. Ora, com um milhão na conta bancária, o sujeito pega siri, camarão, lagosta, piranha e todos os demais mariscos. Prospecção antiga Em fevereiro de 2002, o então governador Jorge Viana assinou convênio com a Ufac e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) para que fosse realizado estudo visando a prospecção de petróleo no Acre. Pelos termos do convênio, no valor de R$ 250 mil, as pesquisas e escavações seriam realizadas na Bacia do Acre, nas regiões de fronteira do Acre com o Peru e a Bolívia. Analfabetismo zero Dados do IBGE afirmam que 24% dos acreanos são analfabetos. O governo contra-argumenta afirmando que o percentual é de apenas 11%. O ideal é que fosse zero. Aqui bem pertinho, na Bolívia, o governo de Evo Morales promete erradicar o analfabetismo até o fim do ano que vem. Os bolivianos serão alfabetizados pelo método cubano. Em Cuba não há analfabeto. Célio do Caixão O vereador de Sena Madureira Célio Teixeira (PPS) é a versão acreana do Zé do Caixão, personagem imortalizado no cinema por José Mojica Marins. Para que as suas denúncias contra o prefeito Nilson Areal (PR) não sejam enterradas, ele veio procurar apoio em Rio Branco. Ontem, desfilou com a urna mortuária por várias ruas da capital. Aparência séria São muitas as denúncias contra Nilson Areal. Como ele é membro de um partido da Frente Popular, é importante que tudo seja bem esclarecido. Político que se preza tem que ser como a mulher de César: ser e parecer sério. PS animal Sempre há uma explicação sobre por que os políticos não são muito levados a sério. No Rio de Janeiro, a Câmara de Vereadores aprovou projeto que obrigava a prefeitura a criar pronto-socorro veterinário gratuito para atendimento de animais de grande e pequeno portes. Esse é um absurdo, considerando que os seres humanos são tratados como animais na rede pública de saúde. Felizmente, o Tribunal de Justiça carioca derrubou a aberração. Objetivos do milênio A semana começou com notícias ruins para o Acre. Isso se levados em consideração os estudos apresentados por técnicos do Instituto Imazon, apontando que o Estado está longe de cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU. Os índices apresentados no estudo “A Amazônia e os Objetivos do Milênio” podem ser conferidos no seguinte endereço eletrônico www.imazon.org.br. Indicadores Para fazer o estudo, os pesquisadores Danielle Celentano e Adalberto Veríssimo utilizaram 17 indicadores para medir o progresso da região em relação às metas propostas para 2015. Pelos números apresentados, o governador Binho Marques terá que trabalhar muito para reverter a situação e tornar o Estado o melhor lugar para se viver na Amazônia a partir de 2010. Falta de preservação Segundo o estudo, dois indicadores pioraram muito no período de 1990 a 2005: área desmatada e casos de aids. Esses últimos inflados pela falta do uso de preservativo. |
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