| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
|
Do Editor |
||
| Disputas sindicais Quando todo mundo esperava que a greve dos professores terminasse ontem, ocorreu o contrário. Apesar de o governo conceder a tão sonhada isonomia salarial, os professores decidiram pela continuação do movimento agora exigindo aumento salarial. Na assembléia realizada na manhã de ontem, ficou claro que a greve tomou cunho político. Isso porque o governo já atendeu a principal reivindicação, que era a isonomia salarial com as demais categorias. Agora os trabalhadores em educação do Acre têm um dos maiores tetos salariais do país. Também já têm um dos maiores salários, superando Estados considerados ricos. Também na assembléia de ontem ficou patente que o Sinteac está dividido, pois uma parcela da diretoria quer o fim da greve e outra prefere mantê-la. Especula-se que muito disso esteja ligado à disputa eleitoral da categoria, que já se avizinha. Em meio a essa disputa estão os alunos, que vêm perdendo aula. É lógico que as aulas serão repostas depois, mas a descontinuidade do processo trará, sim, um grande prejuízo para eles. Isso sem falar que o período de férias já está comprometido. O apelo que se faz é para que o bom senso seja levado em consideração e que os líderes da greve possam repensar melhor se o movimento deve mesmo seguir em frente. |
||
|
||
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |