| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Hora de pensar nos outros Tem gente que não pensa nem em si próprio. Para dar amparo a essa afirmação basta fazer uma breve reflexão da seguinte maneira: “quem” joga lixo na rua e nas margens dos igarapés; “quem” deixa a caixa d’água derramar até o momento em que o técnico do Saerb fecha o registro do abastecimento; “quem” depreda o bem público, e por fim, “quem” ateia fogo em terreno baldio em plena época de estiagem respeita aos outros? A resposta é “Não”. No entanto, esse tipo de ação pode estar ligada a falta de educação, a falta de formação ou a cultura dos que ainda acham que o bem público é do governo e que por isso pode ser extraviado sem refletir na vida do vizinho. Enquanto se questiona sobre a ação dos “despercebidos de valores” – para não dizer irresponsáveis, a população, que já tomou consciência da valorização da vida, cobra maior severidade dos gestores na criação e aplicação de leis protetoras do homem e do meio ambiente. Está mais do que claro que a economia de água hoje é uma necessidade para que o líquido caia também na torneira do vizinho, e que a sua valorização pode garantir abastecimento para os filhos e netos desta geração. Apesar dos alertas e das campanhas de conscientização, o que mais se vê na cidade são pessoas desperdiçando água, enquanto outras queimam lixo em terrenos baldios e levantam fumaça (onde não há nem previsão de chuva). É preciso que todos se sintam responsáveis uns pelos outros e que a prefeitura e os órgãos de meio ambiente comecem a aplicar multas, sob pena de a população em geral pagar o preço pelos abusos cometidos por quem não tem compromisso nem por si próprio. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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