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Observações práticas Estudantes da Escola da Floresta fazem visita a laticínios de Rondônia |
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Com um currículo organizado de forma a conciliar a teoria e a prática, e, segundo o Coordenador Geral da Escola da Floresta, Edemilson Santos, “baseado na problematização, que coloca o educando em contato com a realidade”, a Escola planejou atividades diferentes, levando os educandos para conhecerem, neste caso, a realidade das indústrias de laticínios e assim, consolidar a proposta pedagógica do Curso. Anteriormente, os educandos haviam realizado atividades práticas no Laticínio SILA – localizado em Rio Branco, que produz leite e derivados, processando, em média, 5 mil litros por dia. Foram duas semanas acompanhando toda a rotina dos funcionários e produção. No período de 31 de julho a 04 de agosto, a turma, com 24 estudantes, acompanhados pela Mediadora Arlete de Andrade e pela Coordenadora do Curso, Juliana Moreira, foram conhecer os Laticínios Parmalat – localizado em Ouro Preto D’Oeste-RO; Laticínios Rolim de Moura, que produz alimentos da marca Miraella – no município de Rolim de Moura-RO; e Laticínios Santa Luzia, que fabrica produtos da marca Tradição – localizado em Santa Luzia-RO. “O objetivo era conhecer uma realidade diferente para que eles possam, no futuro, empreender de maneira comprometida, com o consumidor e o meio ambiente.” – explica o Mediador Luiz Eduardo Rodrigues. O Laticínio Parmalat já possui uma marca conhecida internacionalmente. Na indústria visitada, são processados 50 mil litros de leite diários, destinados à fabricação de manteiga e leite longa vida. Já a indústria dos produtos Miraella, processa 50 mil litros de leite para a fabricação de manteiga, iogurte, leite longa vida, queijos e requeijão. Os educandos conheceram o dia-a-dia dos funcionários, o setor administrativo, laboratórios de análise de qualidade dos alimentos e a produção, desde o processamento do leite até o tratamento dos resíduos. Segundo Paulo Mário, aluno do Curso Técnico, “é fantástico ver como eles conseguem conciliar uma estrutura enorme de produção e equipamentos com rigorosos padrões de higiene. É o verdadeiro compromisso com o consumidor.” “Esse tipo de atividade sinaliza para o aporte de novas tecnologias, que de certa forma estão sendo implementadas gradativamente no Acre, colocando os futuros Técnicos em Agroindústria em contato direto com altas tecnologias, o que possibilitará a melhoria das agroindústrias do estado. Além disso, a visita viabilizou também aos educandos a troca de experiências com trabalhadores, cooperados, gerentes e empresários, deixando-os mais motivados para realizarem projetos de agroindústrias.” – diz Edemilson Santos. Depois dessa atividade e, completando um ano de duração, a coordenação do Curso, da Escola da Floresta e do Instituto Dom Moacyr, já se organizam para os estágios dos alunos. Nesse primeiro momento, o estágio será nas indústrias de laticínios. Várias empresas abriram suas portas para essa atividade: Em Rio Branco – Laticínios Fronteira, Tavita e SILA; em Brasiléia – Laticínios Roma; Laticínios Buriti – em Porto Acre; e Laticínios Rolim de Moura – em Rolim de Moura-RO. |
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