| OPINIÃO | ||
| RETRATOS DO JURUÁ | ||
Nelson Liano Jr. |
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Debate entre os candidatos de Cruzeiro do Sul Apenas um dos candidatos ainda não garantiu cem por cento a sua participação, Zila Bezerra. Mas assessores e pessoas próximas a ela garantem que a atual prefeita que concorre à reeleição certamente estará presente. Os outros três postulantes já estão, inclusive, se preparando para o Debate da Juruá FM. O evento será importante para que a população da Cidade dos Náuas possa conhecer mais sobre os candidatos. Apesar de toda a divulgação dos meios de comunicação muita gente ainda não sabe nem mesmo quem são os quatro candidatos. Outro fator importante é o grande número de indecisos. É óbvio, que a campanha ainda não esquentou o que deverá acontecer depois do Novenário. Como o Debate acontece justamente próximo ao encerramento das festividades de Cruzeiro do Sul poderá significar um “start” para os candidatos colocarem os seus blocos nas ruas. Na minha opinião, a importância de um debate se deve ao contato direto que os postulantes têm com a população. Não dá para maquiar a verdade. Recursos técnicos de marketing político não servem num momento como esse. Frente a frente, cada um vai revelar a sua personalidade ao eleitor. Serão seis blocos com cerca de 20 minutos. Em dois deles estão previstas as perguntas de candidato para candidato. É nesse momento, que a temperatura deverá se elevar. Mas em começo de campanha acredito que ninguém vai se arriscar muito. O fato é que qualquer prognóstico sobre o resultado das eleições em Cruzeiro do Sul, por enquanto, é pura especulação. Os quatro candidatos têm chances absolutamente iguais. Só foram feitas até agora pesquisas eleitorais “caseiras”que acabam sempre com resultados favoráveis para quem encomendou a consulta. Seria importante, que um instituto de pesquisa neutro fizesse as sondagens das intenções de votos dos cruzeirenses logo depois do Debate. Outro fator importante: as vezes quem demonstra muita superioridade durante um debate acaba humilhando os seus adversários e o tiro acaba saindo pela culatra. Isso aconteceu em Brasília, em 98, quando, o então governador do DF, Cristovão Buarque humilhou o seu adversário Joaquim Roriz, conhecido pelas suas limitações intelectuais. Os eleitores do DF se compadeceram de Roriz que acabou virando as eleições. Campanha na rua Frente Popular inaugura comitê Tempo na mídia Nelson Liano Jr.
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