| OPINIÃO | ||
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Juarez Alvarenga * |
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| Pé na vida ou pé na estrada? A responsabilidade parece uma escravidão. E nós, humanos, para libertar procuramos distancia de enquadrar neste contexto.Ou melhor, não expliquei claramente, pois a responsabilidade com resultado eleva nosso animo e nos configura num quadro de motivação existencial. Duvidas que brotam em nosso intimo puvelrizam abundantemente nos dividindo. A vida descompromissada ou a vida enquadrada em parâmetros de racionalidade permanente.? Qual delas devemos nós seguir? Os pássaros têm todos o espaço para voar sem noção de distancia, mas só voa o necessário e dentro de suas possibilidades.E nós humanos? Temos neurônios para decidir e deveremos ter bom senso para calcular nossos vôos.A lógica é aumentar lentamente o espaço a ser perseguidos. Devemos pôr o pé na vida ou na estrada? Se deslocarmos nossos pés para a realidade, teremos adversidades a ser enfrentadas e se pormos os pés na estrada a vida será de uma improdutividade substancial. Antes o trabalho metódico em que as coisas acontecem devagar do que uma vida termométrica onde a variação nos expõe há uma vida enferma. Na atual conjuntura procuro uma varredura por onde passei.Se deixei sonhos pelo caminho, procuro raptar com a destreza de uma raposa e colocar sobre o impulso de lançar dentro de uma Nasa.Se antes era passageiro da Nasa, hoje sou seu piloto.Conheço o espaço e sua altura, mas tenho consciência também do potencial que brota do meu intimo.Sei que cada minuto que passa deixo meus rastros convictos e cada minuto que vem procuro embutir sonhos próximos. Sei do inconforto do cotidiano, mas sei também que ele nos proporciona a possibilidade de avançar, apesar de vagamente, sempre para frente e em processo evolutivo.Levantar com o sol e sob intensidade de seus raios, jogar aqueles sonhos preguiçosos que fica escondido na sombra no espaço escaldante é tarefa de quem a vida não mata as nossas utopias antes de suas realizações.Muitas vezes, quando falhamos em nossos objetivos, erguemos nossas barreiras e procuramos o isolamento.Distanciamo-nos da sociedade e enfiamos em nossas cavernas protetoras.Sem combustível para locomover novos sonhos, caímos em pesadelos atormentadores de nossas almas.Para sair deste ermo é necessário compreender que a vida é um morro com declive acentuado.Subir com paixão e acreditar em nossa potencialidade são ter certeza que venceremos com afinco nosso morro existencial. Os passageiros que encontramos nas estradas são porque não conseguiram ser protagonistas de seu próprio destino.Ameaçados pelos fracassos, fogem da briga vivencial e, sem forças, caem derrotados dentro de seu contexto intimo. A vida no vago não se estabelece e ele, no lugar certo, encurta nosso sucesso. Saiba colocar emoções na razão e não abandona uma pela outra.Somente assim terá prazer em ficar na beira da estrada mometanemente e não definitivamente.E nestes momentos de reflexão estenda seus sonhos a distancia maiores. Hoje apesar dos percalços, chequei há uma síntese vivencial mirabolante: SEI QUE A VIDA CERTEIRA, APESAR DAS ADVERSIDADES, É A UTOPIA MAIS VERDADEIRA.Descobrir seu núcleo consistente é fugir dos devaneios que fica nas estradas como prego, furando nossos pneus existenciais, impedindo de dar velocidades em nossos destinos. Aproveite seus momentos de reflexão quando tiver na beira da estrada e, se a vida colocar-te dentro, locomova-se com destreza e firmeza de propósito.Aumente seu percurso, mas isto só acontecerá sem você ampliar seus horizontes rotineiros. |
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