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| FESTAC - ampliando-se a cada ano IV Festival de Teatro do Acre começa na próxima semana e reunirá diversas atividades e grupos teatrais |
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Não basta só ensinar. É preciso
oferecer a oportunidade para atuar; para o intercâmbio com outros
profissionais; para a discussão sobre a melhoria e qualificação
da produção local. Cinco Estados - Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima - se unem ao longo de sete dias de festival, garantindo assim a interação entre produtores profissionais, amadores e recém-formados, criando, além disso, a possibilidade de revelação de novos talentos. Segundo Romualdo Freitas, tesoureiro da FETAC e diretor do grupo “De Olho na Coisa”, existe também o objetivo de fazer com que o evento torne-se parte da programação artístico-cultural do Estado do Acre, assim como o Carnaval, Festival de Quadrilha e outros que primam pelo diferencial de transformar social e culturalmente a população. O IV Festival de Teatro do Acre é um projeto aprovado nas Leis de Incentivo da Fundação Elias Mansour e Garibaldi Brasil, tem apoio do SESC e patrocínio da VLG e Colégio Meta.
Programação A programação está organizada da seguinte forma: pela manhã, das 08h30 às 11h30 serão realizadas oficinas de clown moderno na Cia. Irreverentes, de teatro de rua no Parque Capitão Ciríaco e de adereço cênico na Tentamen. Recreio. Todas estas oficinas são voltadas para atores, técnicos e criados cênicos. À tarde, às 15horas, será realizado o ciclo de leituras dramáticas no SESC. Às 17horas, é a vez das apresentações da Mostra Paralela no Teatro de Arena do SESC, Teatro Hélio Melo e Praça dos Autonomistas. Ainda às 17horas, mas também às 20h, o palco do Festival será o Teatro Plácido de Castro, onde se apresentam os espetáculos da Mostra Oficial. Vale a pena conferir. Para saber mais sobre a agenda do festival ou outras informações: 99911446 / 92121365 / 99958540.
Rompendo fronteiras Os organizadores acreditam que não basta realizar um evento em que os produtores tenham a oportunidade de efetuar inúmeras apresentações, é preciso que também exista a discussão sobre as produções entre os iniciantes e os profissionais. Nesse sentido, de acordo com Romualdo Freitas, é essencial rompimento de barreiras geográficas, que dificultam o processo de crescimento político e estético. Com isso, a cada ano procuram ampliar o alcance do festival, tanto em público quanto em participantes. “Colocando os produtores diante dos melhores grupos de outros Estados é que eles vão sentir a necessidade da melhoria dos espetáculos, e esse é um dos nossos objetivos, a melhoria da produção local”, conta. Segundo Lenine Alencar, presidente da FETAC, não adianta fazer escola, é preciso que exista a vivência no teatro, pois só quem faz teatro é que conhece o seu significado. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
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| Com Roberta Lima |
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