| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Medo da febre amarela O medo tomou conta do país com o surgimento de registros de febre amarela no Centro-Oeste. Em todos os cantos pipocam casos suspeitos. Até mesmo um acreano acometido de virose foi considerado vítima da doença e ganhou seus 15 minutos de fama em mídia nacional. Também não é para menos. A doença é grave e pode levar às morte se não for tratada adequadamente. Em Brasília já foi confirmada a morte de uma pessoa. Por conta disso, não há mais vacina nos postos de saúde. A população dessas regiões está entrando em pânico, pois há mais de 60 anos não era registrado um caso de febre amarela urbana no país. As autoridades de saúde investigam se o caso de Brasília é do tipo urbano ou silvestre. A verdade é que o medo se justifica, pelo menos nessa região. A febre amarela é transmitida pela picada de um mosquito. Na região de Brasília, Mato Grosso e Goiás há altos índices de infecção de outra doença não menos grave e também transmitida por um mosquito: a dengue. Se as autoridades sanitárias não conseguiram um controle eficaz da dengue, corre o risco do mesmo acontecer com a febre amarela. Nesses Estados falta investimento em prevenção e a população sabe disso. Talvez o medo chegue também às autoridades e assim cumpram seus deveres como se deve, evitando que uma doença já considera extinta cause tantos danos à população. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
|
|