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O moto-contínuo continua Quimera, para os antigos gregos, era a imagem representativa da ilusão que devora o iludido em seus devaneios dos quais nem o pensamento escapa. Simboliza a perseguição do que se tem por impossível. Assim era voar até Santos Dumont; teve até o Colombo que “botou” o ovo em pé. Pois bem, o impossível só é impossível até que alguém o faça, mas para isso muitos gastam neurônios e energia inutilmente. Inventivos, dois acreanos propõem ter inventado o moto-contínuo, gerador elétrico que uma vez impulsionado alimenta-se a si mesmo e ainda gera energia excedente para ser utilizada em outras coisas. Fantasia? Até 1900 voar também era! Hoje voar é normal. Se a parafernália por eles montada vai funcionar ou não, é esperar pra ver. Se funcionar será uma quebradeira geral. Começará quebrando algumas das mais consagradas leis da física e, de quebra, ainda quebrará nossa dependência do poluidor petróleo. Quebrará o monopólio dos grande laboratórios que com seus “zilhões” de dólares promovem um desenvolvimento mundial insustentável. É... O jeito é mesmo esperar e ver no que vai dar. Até porque muitos anunciaram ter conseguido o moto-contínuo, mas foram devorados pela Quimera. |
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