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No embalo da cultura popular Clube do Choro realiza workshop de guitarra e promete nomes como Yamandu Costa e Paulinho daViola nos palcos do Acre em 2007 |
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Colocar o Acre no patamar das grandes capitais do Brasil, em trabalhos de preservação e fomentação da cultura popular, é o objetivo do Clube do Choro, que realiza no próximo dia 14 o primeiro workshop deste ano, com o guitarrista Sidney Carvalho - professor do Instituto de Guitarra e Tecnologia de São Paulo -, no Theatro Hélio Melo. Até o fim de 2007 serão dezoito eventos como esse. Mas não pára por aí. O Clube do Choro ousa e anuncia que grandes nomes da música popular brasileira estarão nos palcos acreanos, cada um fazendo dois shows - um deles gratuito. Entre os nomes, o compositor e instrumentista gaúcho considerado um prodígio do violão, Yamandu Costa, e Paulinho da Viola, este aclamado pela crítica como o gênio do samba. O Clube do Choro, em parceria com a Eletrônica Halley, vem realizando atividades desde o ano passado e para ajudar na profissionalização de artistas do Acre trouxe pessoas de renome como Celso Pixinga, Eduardo Ardanui, Mozart Melo, Pixinga de Castro e outros. O evento com Sidney também é fruto dessa parceria. E agora, o Clube terá também o apoio do Ministério da Cultura, através de um projeto que aprovaram que garantirá renda para a realização dos eventos. Nasce o choro - Segundo Antonio Carlos, presidente do Clube, a idéia de fazer o Clube do Choro era antiga e com a ajuda de políticos, artistas, empresários e incentivadores da cultura, conseguiram tornar o sonho em realidade. E assim como o Clube do Choro de Brasília, um dos mais importantes do país, o Clube do Choro do Acre também que trabalhar os shows e workshop como forma de cultivar cultura. Antonio Carlos fala que aqui, o trabalho só está começando, diferente da capital do Brasil que está há tempos nisso. Afinal, mesmo com o Choro tendo como berço o Rio de Janeiro, ter se espalhando pelo país, foi em Brasília que o Clube do Choro ganhou sua sede mais ativa, como também a Escola de Choro, chamada “Raphael Rabello”, a primeira do gênero no país, de onde saem fornadas de jovens músicos dispostos a levar adiante a bandeira erguida por Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldyr Azevedo. Ele se espalha – No Acre, cerca de 30 pessoas integram o Clube do Choro, e também é projeto daqui, a criação de uma escola deste estilo musical, em Rio Branco. O projeto aprovado pelo Ministério da Cultura prevê uma verba de R$ 606 mil. Antonio Carlos diz que o Clube está trabalhando a captação de recurso que será via lei de incentivo à cultura, e assim que liberada a verba, começam as atividades. Só em shows, o Acre promete sediar 24. “Já estamos certos de trazer pessoas como Paulinho da Viola, Yamandu Costa. Queremos que o Acre fique no mesmo patamar das grandes capitais do Brasil, com a preservação da cultura popular, do choro”, diz Antonio. Inscrições para o workshop pelos telefones: 3224 1587 3223-5940. |
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