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44 anos de Estado do Acre Gil, ex-banda Beijo, faz a festa da emancipação na Via Verde |
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O processo de incorporação do Acre ao Brasil decorreu do desbravamento de populações do Nordeste, que o povoaram e o fizeram produtivo, repetindo a proeza dos bandeirantes de São Paulo, que partiram em expedições para o interior nos séculos XVI e XVII. No caso do Acre, foram as secas nordestinas e o apelo econômico da borracha. Em 1899, na tentativa de assegurar o domínio da área, os bolivianos instituíram a cobrança de impostos e fundaram a cidade de Puerto Alonso, hoje Porto Acre. Os brasileiros revoltaram-se com tal providência, o que resultou na disseminação de vários conflitos, que somente terminaram com a assinatura, em 17 de novembro de 1903, do Tratado de Petrópolis, pelo qual o Brasil adquiriu, em parte por compra e em parte pela troca de pequenas áreas nos Estados do Amazonas e Mato Grosso, o futuro território e depois Estado do Acre. Com base nos títulos brasileiros e nos estudos das comissões mistas que pesquisaram as zonas do Alto-Purus e do Alto-Juruá, o Barão do Rio Branco, Ministro das Relações Exteriores na época, propôs ao Governo do Peru o acerto de limites firmado a 8 de setembro de 1909. Com este ato completou-se a integração política do Acre à comunidade brasileira. A partir de 1920, a administração do Acre foi unificada e passou a ser exercida por um Governador, nomeado pelo Presidente da República. Pela Constituição de 1934, o Território passou a ter direito a dois representantes na Câmara dos Deputados. Em 1957, projeto apresentado pelo Deputado José Guiomard dos Santos elevava o Território à categoria de Estado, o que resultou na Lei nº. 4.070, de 15 de junho de 1962, sancionada pelo então Presidente da República, João Goulart. O primeiro governador do Estado do Acre foi o Senhor José Augusto de Araújo, eleito em outubro de 1962, com 7.184 votos. A cantora - Gil nasceu no dia 20 de setembro de 1975 e passou a sua infância no bairro de Brotas em Salvador (BA). Seja em casa ou na rua,a filha de Dona Joana e Orlando sempre se destacou com o seu jeito moleque de ser, não que seu jeito fosse sinônimo de irresponsabilidade -pelo contrário, sempre foi muito responsável. Desde menina ajudou à família, vendia salada de frutas na praia, alugava som, foi camelô, além de cantar em barzinhos, onde fechava. “Eu pegava o microfone e ia pro meio do povo, brincava com eles, colocava eles para cantar e dançar. Realmente fazia uma festa. Era tão bom que as pessoas iam pra lá. Eu era convidada para festa de 15 anos, para casamento, para alegrar realmente as festas”. Onde Gil canta, o agito é grande. Certa feita, ela estava soltando a voz quando uma vizinha se encantou ao ouvir e em uma oportunidade apresentou Gil à uma grande músico baiano, chamado Tom Caldas, com quem a Gil namorou 8 anos. Como rotina, Gil estava cantando em um barzinho quando o destino se encarregou de levar Sissy Melo e Marquinhos Carvalho ao mesmo local. Eles se encantaram com a voz, simpatia e alegria que todos nós conhecemos agora e à convidaram para gravar uma música para apresentar ao Netinho que estava à procura de uma vocalista para assumir a Banda Beijo. Netinho ouviu e contratou.” Eu pensei, vou meter a cara, foi o que pedi a Deus e ele me mandou”.Não demorou muito e ela gravou seu 1º cd, Banda Beijo ao vivo. Foram 3 dias de gravação em Aracaju, Sergipe, nos dias 1, 2 e 3 de Julho de 1998. E como prêmio muito merecido, a música “Peraê” foi um estouro nacional,da Bahia para o Brasil. Depois, ela saiu conquistando à todos, por onde passou. Surgiu a proposta para carreira solo após 3 cds com a Banda Beijo. Depois de refletir muito, ela aceitou. Carregou toda a sua banda e continua a mesma Gil de sempre. Com muitos sonhos para realizar,um deles se casar e ser mãe. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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