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| O Acre em ritmo de copa Ambulantes aumentam o lucro com a excessiva procura de produtos em verde e amarelo |
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Os vendedores ambulantes são as figuras que estão por trás de todas essas decorações aderidas pelo torcedor acreano. Presente nas esquinas dos pontos mais movimentados da capital, alguns chegam a faturar R$ 150 por dia. Em menos de duas horas o ambulante Getúlio Cavalcante, 28, vendeu ontem 20 bandeirolas, a R$ 3, cada. O movimento aquecido ele encontrou no semáforo da rua 6 de Agosto, próximo a Ponte Nova. “Eu resolvi deixar minha banquinha de lado hoje para ver se ganhava mais dinheiro por aqui. E deu certo. Até o fim do dia eu já estou com um bom dinheiro para voltar para casa”, frisou. O mesmo fez a vendedora de redes, Josemira Guedes. Vinda da Paraíba, ela trabalha com a venda do produto há mais de vinte anos no Acre. E percebendo a preferência dos acreanos pelas cores verde e amarelo, tratou logo de encomendar redes estilizadas, que demonstrem o patriotismo, assim como gosta o bom torcedor. A mais vendida, conta ela, é a rede de algodão com a estampa de várias bandeiras do Brasil. O preço também é o melhor possível: R$ 20. “Está super acessível. Todos podem comprar para assistir à copa de uma forma bem confortável e com as cores da nossa seleção”, reforçou. De acordo com os próprios ambulantes, a copa de 2006 tem sido a mais proveitosa para o comércio em geral. As expectativas em volta de um novo crescimento de vendas até terça-feira, quando a seleção brasileira entra em campo, são grandes. “Até lá vai ter muita gente atrás de bandeiras, cornetas e camisas. Quem ainda não comprou, vai comprar. Ninguém quer ficar de fora dessa festa”, completou Cavalcante. |
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| Com Moisés Alencastro |
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