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Festival Varadouro |
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A banda de hoje é uma das sensações da cena alternativa brasileira e é definida por alguns críticos como a banda que faz um sincero e emocionante folk pós-Radiohead. Sem guitarras, a banda de Cuiabá consegue impressionar ao vivo e prova que música boa pode ser feita no Brasil, mesmo sendo cantada em inglês.
Sobre a Vanguart Ao invés do tradicional “um bando de amigos se reúne, em 2002, em garagem para tocar covers”, bastou Hélio Flanders - com um violão e um punhado de canções próprias em seu quarto - para nascer o Vanguart. O primeiro álbum foi distribuído basicamente a amigos e conhecidos em Cuiabá. Em março de 2003, ficou pronto The Noon Moon, o segundo disco. Outras doze canções, gravadas basicamente com voz e violão. Em julho, o Vanguart representa a cena alternativa no palco SBPC Cultural, durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que levou estudantes de todo o país à capital mato-grossense. A partir daí, a banda ganhou destaque progressivo na cena musical cuiabana. A cidade nunca tinha ouvido nada parecido com aquela combinação de melodias marcantes e letras melancólicas em inglês e a cena-rock local não tinha nada semelhante àquela banda sem guitarras. Mas parece que 2005 seria mesmo um bom ano para o Vanguart. Em fevereiro de 2005, o grupo se apresentou no 3º Grito Rock e foi eleito como melhor show do festival com mais de 50% dos votos populares, vencendo outras 14 bandas. Dois meses mais tarde, a prefeitura de Cuiabá inclui o Vanguart nas comemorações oficiais do aniversário da cidade, confirmando a relevância da banda no cenário local. Ainda este ano, a banda a viajou Goiânia para participar do Festival Bananada, realizado pela Monstro Discos, um dos mais importantes eventos da cena alternativa do país, assim como MADA, em Natal (RN), sempre mostrando uma impressionante força lírica nas suas apresentações. A banda também foi destaque na última edição do Festival Calango, em Cuiabá. ENTREVISTA Como pode ser definido o som de vocês? Essa pergunta é bem difícil, sinceramente, mas prefiro dizer que fazemos uma mistura de várias coisas, entre folk-rock, bossa nova, 60’s.. nossas maiores influências são Beatles, Dylan e Jobim. Qual a importância de participar do Varadouro? É sempre importante levar o nome de Mato Grosso e do Vanguart para outros estados, mas acho que a importância aumenta pelo fato de ser apenas Vanguart e Autoramas de fora da região Norte. Estamos ansiosos pelo Varadouro. Vocês imaginavam que um dia tocariam no Acre? Não havia pensado sobre, confesso, mas logo que surgiu a possibilidade todos nós ficamos totalmente empolgados e felizes por poder tocar em um local tão distante mas que carrega certamente muitas coisas peculiares, por estar tão próximo da Amazônia e tudo o mais. O que significa essa tão falada cena alternativa? Acho que a cena alternativo é o que está além do mainstream. É uma cena onde todos trabalham como uma vontade extra, que é a de fazer a cena acontecer e ter ainda mais projeção nacional. O que vocês esperam do público? Esperamos acima de tudo carinho e um coração aberto para receber nossas canções, que é algo que carrega muito de nossos corações também. O que o público pode esperar do show da vanguart? Um show com muita melodia e muita paixão, isso é tudo que posso dizer. Beijos dos Vangs e boas vibrações para os Acreanos! S e r v i ç o O que: Festival Varadouro com as bandas Automas (RJ),
Vanguart (MT), Quilomboclada, SucodinoiS e Coveiros (RO), Los Porongas,
Camundogs, Caricatus, Pia Vila e Nicles (AC). Vários DJ´s. |
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