| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
|
Do Editor |
||
| Pelo fim dos trotes O que leva uma pessoa a mobilizar equipes de policiais, bombeiros ou para-médicos para atenderem a uma falsa ocorrência apenas por uma brincadeira? A resposta é a irresponsabilidade e a inconseqüência. Os trotes prejudicam o trabalho da polícia e podem causar a morte de quem realmente precisa de atendimento de emergência. Todo mundo sabe disso, mesmo assim o número de trotes aumenta a cada dia. A polícia não consegue impedir que eles ocorram, mas acredita que somente a educação poderá por fim a esse mal. Não há dúvidas que a educação é a resposta para esse problema, mas, além disso é preciso repressão. A polícia tem que agir com rigor: prender, processar ou multar quem faz trote. Se for adulto, a pena tem que ser pesada; se for menor, os pais têm que assumir a inconseqüência dos filhos. E pelas informações já obtidas durante as investigações feitas pela PM, a maior parte das ligações é feita por adolescentes utilizando orelhões localizados nas proximidades de escolas. Os trotes são um problema que afeta a toda a sociedade, por isso também é dever de todos agir contra eles. Cabe aqui reproduzir as palavras do comandante da PM, coronel Leandro Rodrigues: “Algumas medidas precisam ser tomadas com urgência. Não podemos admitir que essa brincadeira continue. 2,3 mil trotes em dois fins de semana é um problema grave.” |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |