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Prefeito diz que febre amarela em Rio Branco é remota Vacinação, no entanto, está disponível nas unidades de saúde |
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O prefeito em exercício, Eduardo Farias, descartou hoje a possibilidade de um contágio em série por febre amarela em Rio Branco. Farias, que também é secretário de Saúde do Município e médico infectologista, descarta um surto da doença aqui, por ela ser controlada ao possuir um alto índice de cobertura vacinal. “Apesar da intranqüilidade que vive o centro-oeste do Brasil, aqui não há risco nenhum, mas o que falta é informação”, afirmou ele, no início da tarde. As declarações do prefeito de Rio Branco são sustentadas pelas severas medidas adotadas pela Secretaria Municipal de Saúde, já há vários anos, contra outra doença, a hepatite B, cuja vacinação em massa foi acompanhada da vacinação contra a febre amarela. Estas são doenças que fazem parte do plano de divulgação dos agentes comunitários de saúde à população (foto acima). “A cobertura contra a hepatite B foi altíssima, de 100%, e que também incluiu a febre amarela”, destacou Eduardo Farias. A vacina tem duração de dez anos e a sua recomendação é a de que as pessoas tentem lembrar se tomaram a vacina dentro deste prazo ou que procurem os centros de saúde, sem a necessidade de correria, caso queiram tomar a vacina. Esta recomendação é direcionada, sobretudo, às pessoas que chegam ao Acre, procedentes de outras regiões do País. Em uma entrevista coletiva na última quarta-feira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou que “não há risco de epidemia urbana da doença”. Apesar disso, Temporão pediu ao ministério do Turismo para informar as agências de viagens sobre a necessidade da vacina contra febre amarela a todos aqueles que planejam viajar para as áreas consideradas de risco. O ministério também informou em nota oficial que de dezembro do ano passado até o momento recebeu 12 notificações de casos suspeitos de febre amarela em Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal. E que a morte do paciente Graco Abubakir, na última sexta-feira, é o único caso confirmado até o momento no país. A região Norte está inserida nas áreas de risco da doença, assim como o Centro-Oeste, o Maranhão e Minas Gerais. Mas, justamente por isso que há décadas, os órgãos de saúde no Acre vêm oferecendo a vacina nos seus centros e unidades. | |
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