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Do Editor |
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Barulho no Parque Os moradores da área do Parque da Maternidade não param de reclamar do barulho feito nos fins de semana pelos jovens e adolescentes que freqüentam o local. Em uma carta enviada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), eles desabafam: “São oito horas da manhã de domingo e passamos mais um fim de semana sem dormir em função do som altíssimo, da bebedeira e da gritaria em frente às nossas casas”. A reclamação foi parar na mesa da promotora de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual (MPE), Meri Cristina Amaral, que recomendou que a Secretaria de Segurança, assim como o Comando da Polícia Militar, Ciatran e Pelotão Florestal, tomem providências. Além desses órgãos, a promotora também alertou o Conselho Tutelar, já que o alvo das reclamações são jovens e adolescentes. Os moradores, que não assinam a carta por medo de represália, dizem ainda: “Aqui, as cenas de violência presenciadas pelos moradores, à luz do dia, só crescem: assaltos a pedestres e ciclistas, furtos de bicicletas, jovens com uniformes de colégios consumindo drogas livremente sem serem incomodados, carros estacionados em locais proibidos e impedindo a entrada e saída de nossas garagens, menores de idade bebendo, dirigindo e participando de campeonatos de som em volumes inimagináveis. Já presenciamos tiros, facadas, overdoses...”. A carta segue e os moradores desfilam seu “rosário” de reclamações. No entanto, o fato de o assunto ter entrado em discussão nos principais órgãos da Segurança Pública do Estado já é uma esperança de que em breve o panorama poderá ser outro. Pelo menos é o que a comunidade da área cobra e espera. |
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