| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
|
Do Editor |
||
| Questão de saúde pública O Ministério Público Estadual agiu rápido e está investigando a substância encontrada nas garrafas de água mineral comercializas pela empresa Monte Mário. A empresa está proibida de comercializar a água mineral até que a substância seja identificada e fique esclarecido como elas foram parar nas garrafas. Dependendo do resultado das investigações, a Monte Mário poderá fechar definitivamente suas portas. A Monte Mário é uma das empresas do ramo de água mineral mais antigas da cidade. Ela detém uma parcela considerável do mercado e distribui seus produtos para todo o Estado. Portanto, é grave que esteja distribuindo água imprópria para o consumo e que nenhuma instituição que atua na Vigilância Sanitária tenha detectado o problema. Foi necessário que a empresa tivesse o azar de vender garrafas de água para o Ministério Público para que o problema fosse detectado. Talvez o caso Monte Mário possa servir de alerta para que a qualidade da água comercializada pelas demais empresas também seja investigada com bastante rigor. A água é essencial para a vida, porém deve ser de boa qualidade para que a saúde de quem a consome seja preservada. A Vigilância Sanitária do Estado e do município têm que se manifestar a respeito do caso e dar uma satisfação a respeito da qualidade da água que se consome. Essa é uma questão de saúde pública. |
||
|
||
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |