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FMI alerta latino-americanos com “relações próximas” aos EUA

 


Daniel Merli

Brasília - O crescimento menor dos Estados Unidos este ano deve ser uma preocupação para países latino-americanos que têm “relações comerciais próximas” com Washington, alerta o relatório “World Economic Outlook”, divulgado ontem pelo FMI. O fundo prevê crescimento de 2,5% da economia norte-americana contra 3,1% no ano passado.

Os países que correm maior risco, segundo o FMI, são México e nações da América Central e Caribe, que fecharam acordos de livre comércio com a Casa Branca. Mas países dependentes de petróleo e minério também devem sofrer com queda do consumo nos EUA. É o caso de Chile, Equador e Venezuela.

Os motivos para o crescimento menor da economia dos EUA, segundo o fundo, será a queda de preços no mercado imobiliário do país e a redução de investimentos na indústria. Mas, segundo o FMI, a expansão da área de serviços deve continuar sustentando o consumo do cidadão norte-americano, principal alavanca da economia do país.

O fundo considera mais “consistente” os crescimentos de China e Índia, baseados em investimento industrial e exportações. Após crescer 10,7% ano passado, a economia chinesa deve ter desenvolvimento de 10% em 2007. Já a Índia deve ter crescimento de 8,4%, após alta de 9,2% ano passado. (Agência Brasil)

 
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Rio Branco-AC, 12 de abril de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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