| POLÍTICA | |
Sindcol propõe novo aumento na tarifa de ônibus |
|
O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e Rio Branco (Sindcol) enviou a RBTrans novo pedido de aumento na tarifa dos ônibus, que se for aceita passará de R$ 1,75 para R$ 1,90. A proposta está sendo avaliada pelos técnicos da autarquia por meio da planilha de custo das mesmas, onde estão expostas as despesas com pessoal, equipamentos e outros itens de cunho financeiro. O último acréscimo na passagem do transporte coletivo na capital aconteceu há um ano e quatro meses, quando o empresariado do setor já defendia a mesma quantia. A pressão deverá aumentar a partir do próximo mês, quando ocorre normalmente o aumento no salário mínimo e os motoristas e cobradores se mobilizam em torno da reformulação de sua data base. Enquanto o assunto chega aos ouvidos da população, que teme por mais um acréscimo no seu orçamento, os técnicos do município avaliam a proposta e os gestores buscam alternativas para um consenso onde não haja prejuízo para nenhuma das partes. Na Câmara de Rio Branco a questão está sendo levantada pelo vereador Rodrigo Pinto (PDT), que vai propor mudança no processo da gratuidade. Para o parlamentar, o fato do pedido de acréscimo na tarifa coincidir com o aumento do salário mínimo vai produzir o efeito cascata, que costuma ocorrer nesse período. Rodrigo lembrou que um dos dilemas apresentados pelos empresários como responsável, em parte, por encarecer a tarifa são as gratuidades, nas quais ele propõe mudanças. “Na média nacional a gratuidade no transporte coletivo público é de 25%, ou seja, se o poder executivo assumir a responsabilidade sobre essas gratuidades existe a possibilidade real de haver um decréscimo, isto é, a diminuição desse percentual relativa ao que recai sobre a população”, explicou. O tema deverá ser apresentado na câmara na forma de um Ante-Projeto, abrindo assim uma discussão para que os demais parlamentares da casa tomem posicionamento. “Acreditamos que quem aprovou a gratuidade foram os vereadores e quem sancionou foram os prefeitos, o se torna necessário que reconheçamos o que fizemos e não coloquemos toda a responsabilidade no trabalhador, isto é, na pessoa mais carente, que precisa do transporte público para se locomover”, completou. |
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| CHARGE |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE 20 |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |