| OPINIÃO | ||
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Tião Vitor * |
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Por que quero o Marcão na presidência do Sinjac Há um momento na vida de um homem em que ele não pode fugir dos desafios que lhes são postos. Nunca fui de fugir dos meus. Sempre os enfrentei buscando não apenas vencer mais um obstáculo, mas aprender com o que a vida me oferece. Admiro também os que não fogem das batalhas da vida e, por isso, quero falar aqui de um amigo que considero um vencedor. Trata-se de Marcos Vicentti, repórter fotográfico aqui do Página 20 que conheço desde quando começamos juntos no jornal, ele um pouco antes de mim - cerca de seis meses ou um ano. Outro dia ele ocupou este mesmo espaço para falar da sua trajetória de vida. O Marcão, como nós da redação o chamamos, vem de uma vida humilde e não teve muitas oportunidades. Quando iniciou entregando jornais, há 12 anos, mal tinha o ensino primário. Hoje está concluindo o curso de Jornalismo pelo Iesacre. Pois bem, o motivo deste texto não é só para falar das qualidades do Marcão. Não é necessário fazer isso, pois quem o conhece sabe muito bem de sua personalidade, de seu caráter, e seu lado profissional pode muito bem ser comprovado pela qualidade do material que é divulgado aqui todos os dias. Além disso, as premiações que recebeu são formas convincentes de conceituar seu trabalho. Escrevo para falar da alegria que sinto de saber que ele concorre ao cargo de presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre (Sinjac) em eleição prevista para o dia 18 de julho, e ainda para falar dos motivos pelo qual vou votar nele e pedir votos aos colegas de trabalho. Em primeiro lugar, o Marcão, como jornalista, acompanhou toda a reestruturação do Sinjac e contribuiu, embora de forma indireta, para que hoje tenhamos um sindicato que nos orgulha como profissionais. É claro que o mérito maior disso é do atual presidente da instituição, o Raimundo Afonso. Para falar melhor sobre ele será preciso outro artigo, talvez mais volumoso que este, já que o Afonso foi uma figura incansável durante todos esses anos que está à frente da entidade. Tenho acompanhado à distância o que vem se desenrolando na luta sindical do jornalismo acreano e vejo que o Marcão tem sido um grande aliado do Afonso. Ele está sempre presente nas discussões mais importantes que têm sido travadas na categoria. Vejo também que o Raimundo Afonso o tem em alto grau de confiança, motivo mais que suficiente para que eu acredite que o Marcão é alguém que ele gostaria que o sucedesse no cargo. O segundo motivo é político. Vejam bem, é preciso ter confiança de que a pessoa a quem se pretende dar um voto comungue os mesmos ideais que você, principalmente no que se refere às questões políticas. O Marcos Vicentti que conheço hoje é uma pessoa bem mais politizada do que aquele que há dez anos sequer queria saber o que era sindicato. O Marcão adquiriu uma consciência crítica do mundo em que convive. Sua visão política é bem mais aguçada do que a maioria das pessoas que conheço. Ele vive o jornalismo muito além das redações e sua visão da profissão e da importância dela como instrumento de transformação social é impar. Reconheço-me em muito das suas idéias e gostaria de ser um de seus parceiros na realização delas. O terceiro e último motivo tem a ver com responsabilidade. O meu voto vai para o Marcão porque quero o sindicato unido e preservado. Sei o quanto foi difícil sua rearticulação. Os que atuam na profissão já há algum tempo devem lembrar que o Sinjac existia de direito, mas não de fato. Durante esses anos em que o Raimundo Afonso é presidente ele se transformou no maior órgão sindical dos jornalistas no Norte e Nordeste. Outro mérito dessa diretoria é o Prêmio José Chalub Leite de Jornalismo, que está entre um dos mais concorridos e premiados do país. Mas talvez a mais importante de todas as conquistas seja a criação do curso de Jornalismo da Ufac, um sonho que há muito era acalentado pelos profissionais do Acre. A intervenção do sindicato foi fundamental para que esse sonho fosse concretizado. Outra ação louvável do Sinjac foi o acordo com o Iesacre e empresas de comunicação, que permitiu aos profissionais da imprensa fazerem o curso de Jornalismo pagando apenas 50% do valor. Tudo isso que relatei até aqui quero manter. Creio que o Marcão será fundamental para isso. Ele e os demais colegas que comporão sua chapa. Além delas, quero outras. Acho que o Sinjac deve avançar em novas lutas e galgar novas conquistas. Como disse no início, o Marcão é um vencedor e tem gabarito suficiente para avançar nas conquistas sindicais. POR TUDO ISSO, SOU MARCÃO E NÃO ABRO! * Jornalista |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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