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FRASE
“Alckmin não vencerá por eventualmente dispor de um programa de governo melhor do que o de Lula. Terá alguma chance de vencer se operar o milagre de desconstruir a imagem positiva de Lula no curto período de tempo de 45 dias. Não será fácil.” Ricardo Noblat, jornalista Não autorizado Em Sena Madureira, nas proximidades da AABB, a turma do candidato Marcio Bittar pintou o muro de uma casa, mas esqueceu de acertar com o dono da residência. Quando o proprietário chegou em casa e viu a “obra”, pôs as mãos no pincel e pintou a palavra “não” por cima com letras garrafais. Agora, no mesmo muro, estão pintados os nomes de Binho e Mazinho. Turismo Agentes de viagens do Acre e Rondônia realizam hoje o 1º Encontro de Turismo do Vale do Acre, em Brasiléia. É um passo importante para os dois Estados começarem a planejar regionalmente as ações turísticas na região. Viagem errada Durante muito tempo, o turismo no Acre se deu de dentro para fora. Ou seja: as agências se especializaram em vender passagens e pacotes para outras localidades. Com isso, os empregos e a renda eram gerados fora do Acre. Anda bem que começaram a inverter o processo. Célia errada Durante o lançamento da candidatura de José Bestene (PP) a deputado federal, sexta-feira à noite, o animador Paulo Germano anunciou: “E agora, com a palavra, a candidata a deputado estadual Célia Mendes!”. Os presentes se entreolharam espantados porque Germano confundiu as bolas. A candidata que fora prestigiar Bestene era a médica Célia Rocha. Mingau azedo Não convidem o Doutor Raiz e o cantor Jorge Cardoso para tomar mingau na mesma banca. Raiz ficou intrigado com Cardoso porque coube ao artista discursar durante a inauguração do Mercado Velho. Muitas vezes, a vaidade está na raiz dos problemas. Pode prejudicar Partidários das candidaturas petistas de Mazinho Serafim e Rivaldo Boim a deputado estadual não se entendem em Sena Madureira. As divergências podem repercutir no desempenho dos candidatos majoritários. Seria boa a intervenção dos dirigentes! Fartura de emprego José Alex promete gerar 105 mil empregos no Acre. O candidato a governador pelo Prona garante que os postos serão ocupados nos setores de educação, saúde e segurança. Isso já no dia 2 de janeiro de 2007. Bons amigos Marcio Bittar revelou que tem conversado bastante nos últimos dias com o engenheiro Edílson Cadaxo, aquele que foi secretário de Infra-Estrutura do Governo da Floresta e presidente da Eletroacre, indicado pela Frente Popular do Acre. O assunto preferido entre os dois é petróleo. Política e açaí O cardápio principal desse fim de semana em Feijó será política com açaí. Atrás dos votos feijoenses, os políticos estão se batendo uns nos outros. Petecão Sérgio Petecão (PMN) pretende dar uma grande demonstração de força hoje, quando lança sua candidatura a deputado federal na sede do Rio Branco Futebol Clube, a partir das 17 horas. A equipe 100% popular está toda mobilizada. Satisfeito Marcio Bittar diz que está satisfeito por ter empatado tecnicamente em Rio Branco com Binho Marques na última pesquisa publicada pela Data Control. Ele se satisfaz com pouca coisa. Para quem não lembra, Binho saiu de zero por cento. Bittar está em campanha há quatro anos. Três disputam Somente Binho Marques (PT), Tião Bocalon (PSDB) e Marcio Bittar (PPS) disputam efetivamente o governo do Acre. Os quatros outros candidatos - José Wilson (PSOL), Benício Dias (PSDC), Edivaldo Guedes (PAN) e José Alex (Prona) - estão no processo apenas para enfeitar a democracia. Aposentados Edivaldo Guedes é o candidato do Partido dos Aposentados da
Nação, mas quem está prometendo dar ocupação
à turma é José Alex (Prona). O correligionário
de Enéas Carneiro afirma que vai chamar professores e policiais
aposentados para orientar os mais jovens. Eleição é
coisa animada, né não? Triste do candidato majoritário que se cerca de candidatos proporcionais mercenários. Ainda faltam quase dois meses para a eleição, mas já tem muita gente mudando de lado. Tudo em nome de uma suposta estrutura. Porta de escola Tem candidato panfletando em frente às portas de escolas. Que a Justiça eleitoral não veja. Caso isso ocorra, a encrenca será grande. Credibilidade Os adversários de Jorge Viana erram nos ataques rasteiros que reservam a sua pessoa. Eles batem exatamente no ponto mais forte do governador: a credibilidade. Tentar desacreditá-lo junto à população não é uma boa idéia. HD É um primor o texto veiculado na Folha de S. Paulo na quinta-feira, de autoria do jornalista Clóvis Rossi, analisando os últimos acontecimentos de Rondônia aliados aos desmandos Brasil afora. Diz o escriba: “Há um Honesto Desconhecido, doravante tratado por HD, à solta por aí. Mais exatamente em Rondônia. É o único dos 24 deputados estaduais não acusado de trambiques”. Anomalia E continua Rossi: “É tamanha a podridão no país tropical que conseguiu violentar uma das regras fundadoras do jornalismo. Jornalismo é, na essência, o relato da anomalia. Notícia é avião que cai ou atrasa muito, não aviões que decolam e pousam mais ou menos no horário, aliás a avassaladora maioria. Em Rondônia, a avassaladora maioria dos deputados é trambiqueira, mas, mesmo assim, os nomes dos 23 saíram no jornal. O da anomalia, o honesto desconhecido, ficou no anonimato”. Espécime rara “Consta até que está cadastrado no Ibama, como espécime ameaçada de extinção. Receberá, quando seu nome for conhecido, pulseirinha com a inscrição ‘político honesto 0001’. O fabricante das pulseiras avisa que descontinuou a produção. Falta demanda. O anonimato protege as crianças de HD. Já imaginou a reação dos coleguinhas ao verem chegar os filhos da anomalia? ‘Óia lá o filho do honesto’, dirão, escandindo as palavras como antigamente se fazia com ‘filho da puta’”. Vexame E finaliza: “Protege também a mulher do indigitado. Poupa-a do vexame de, ao entrar no cabeleireiro, ser recebida com olhares irônicos das mulheres dos 23 trambiqueiros e com a dúvida da dona do salão: ‘Mulher de honesto tem dinheiro para pagar pelo menos a unha?’. HD disfarça-se para freqüentar seu local de trabalho, a Assembléia Legislativa. Um colega, outro dia, disse-lhe que não poderia mais tratá-lo como ‘excelência’. Emendou: sua honestidade é uma vergonha para a categoria. HD pensa em pedir asilo. De cara, descartou Brasília. Mas está difícil encontrar-se em qualquer ponto do Brasil. É um aleijão. Agride a ‘normalidade’ da pátria.” |
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