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“Imortal” Moacyr Membro da Academia Brasileira de Letras, médico e escritor apresenta “O Texto, Ou: A Vida” |
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ANDRÉA ZÍLIO Em sua mais nova obra “O Texto, Ou: A Vida” (Bertrand Brasil), o escritor Moacyr Scliar, mistura autobiografia – a opção paralela pela medicina, o acidente de carro que quase o matou – com uma antologia de seus grandes momentos, seja como romancista, contista ou cronista. A obra, que traz textos raros, alguns escritos ainda na adolescência, será apresentada pelo próprio autor no projeto Sempre Um Papo, em Rio Branco, no próximo dia 21. A palestra com Scliar e lançamento de seu mais novo livro acontece no auditório do Colégio Acreano, às 19 horas, com entrada gratuita. Na obra, o escritor e médico pergunta e responde com imensa curiosidade como nasce um artista da palavra, e se paralelo a isso também abraça a vocação da medicina. Convidado especial do Sempre Um Papo, o escritor, completa 70 anos de idade com mais de 70 livros publicados, e ainda consegue inovar e surpreender dentro de sua bibliografia. O projeto é realizado por Fred Perillo Comunicação e AB Comunicação, com o patrocínio da Brasil Telecom, Fundação Elias Mansour e Uninorte e apoio cultural da Nilce’sTur, Moacyr Scliar, nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Sua trajetória de vida é marcada por grandes conquistas. Traduzido para cerca de 15 idiomas, adaptado para a tevê, o cinema, incontáveis vezes premiado nacional e internacionalmente, Scliar, além de escritor, é médico. Mas para os críticos, além de médico, é um escritor que não completa apenas a sua segunda face, mas um raro escritor, merecedor como poucos da palavra prolífico: atua como cronista. Há 23 anos, Scliar assina uma coluna semana no jornal Folha de S. Paulo, é também contista – mestre do gênero na língua portuguesa. Como romancista lançou “O Exército de um Homem Só” (1973), “O Centauro no Jardim” (1980), “A Majestade do Xingu” (1997), “Os Vendilhões do Templo” (2006). Também é autor de obras o autor infanto-juvenil e ensaísta.
“Escrevo há muito tempo”, afirma o autor em seu texto. “Costumo dizer que, se ainda não aprendi não foi por falta de prática. Comecei cedo; minhas recordações de infância estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só histórias de personagens que me emocionaram, me intrigaram, me encantaram e me assustaram – o Saci-Pererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules, Teseu, os Argonautas, Mickey Mouse, Tarzan, os Macabeus, os piratas, Emília, João Felpudo, Huck Finn – mas também as histórias que eu ouvia, de meus pais, de parentes, dos vizinhos, e aquelas que eu próprio inventava.” As 272 páginas de “O Texto, Ou: A Vida”, de Moacyr Scliar, é uma espécie de testamento, quase um manual prático sobre a arte e os mistérios da criação literária e, claro, da vida. SERVIÇO: |
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