| COTIDIANO | |
Lideranças regionais discutem Zoneamento Ecológico-Econômico Resultados do ZEE foram apresentados durante o encontro |
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Segundo informações de Marcus Alexandre, secretário adjunto da SEPLANDS, a primeira fase foi realizada em 2000 com uma escala de 1 para 1 milhão. A fase atual se direciona com uma escala de 1 para 250 mil, o que garante um maior detalhamento de informações e aponta as potencialidades de cada região. As reuniões tiveram o objetivo de apresentar o Projeto que regula o ZEE. “Reunimos lideranças sindicais e diretores da federação para a apresentação do projeto que está em sua reta final. Daqui passará para apreciação e aprovação dos órgãos responsáveis”, informou Sebastiana Miranda, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado – FETACRE. A segunda fase do ZEE lança o mapa de gestão do território regional dividido em quatro zonas, com a finalidade de avaliar as potencialidades e restrições. Além de organizar o processo de ocupação sócio-econômica dos 153.149 quilômetros quadrados que formam a área absoluta do Acre. “Assim temos o benefício de fazer os investimentos com informações mais adequadas para o desenvolvimento do Estado”, declarou Magaly Medeiros, coordenadora técnica do ZEE. Nas cindo reuniões realizadas ontem foram coletadas sugestões dos segmentos que participaram, além disso, eles já haviam coloborado na elaboração do projeto. Hoje serão realizados mais quatro encontros com os Conselhos Florestal, Desenvolvimento Rural Florestal Sustentável, Comissão Zoneamento e Meio Ambiente. O projeto também será apresentado amanhã na Assembléia Legislativa. Gilberto Siqueira, secretário de Planejamento, considera o ZEE uma peça fundamental de planejamento. Ele lembra que quando o Governo da Floresta assumiu não se tinha uma visão panorâmica das melhores políticas públicas a serem adotadas por falta de informações. “Estávamos administrando às cegas. Então no primeiro momento fotografamos o Estado a uma altura de mil metros. Agora é como se tivéssemos colocado uma lupa em todos os problemas e possíveis soluções”, declarou ele. Siqueira defende ainda a idéia de que o ZEE é um bom instrumento não só para o Estado definir suas políticas públicas, mas também para o setor privado traçar suas estratégias econômicas, uma vez que o projeto evidencia as potencialidades das áreas estudadas, informando qual a melhor e mais rentável atividade para ser desenvolvida no local. “O ZEE é um instrumento de decisão para o setor público e privado que vai nortear os investimentos nos próximos quatro anos”, disse Gilberto Siqueira. ZEE garante desenvolvimento e qualidade de vida - O Zoneamento Ecológico Econômico é um instrumento de planejamento em gestão que visa o desenvolvimento regional. Trata-se de um programa estadual de fomento florestal e recuperação de áreas alteradas ou degradadas. De acordo com a coordenadora técnica do ZEE, o projeto vai nortear as políticas públicas que serão implantadas. “Foram realizados diversos estudos técnicos para que as decisões que estão sendo tomadas sejam as mais corretas e gerem menos riscos aos proprietários das zonas identificadas e também ao meio ambiente”, destacou a coordenadora. Foram alvos de estudos os recursos naturais, sócio-econômicos, a identidades culturais do Estado e o nível de gestão dos setores que administram os municípios. “O objetivo é potencializar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida da população com investimentos corretos em cada área”, finalizou Magaly. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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