| COTIDIANO | |
| Dólar tem a cotação mais baixa em 1 ano e meio: fecha em R$ 2,791 |
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A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,791 (compra a R$ 2,789), uma queda de 1,41% em relação ao valor do fechamento de sexta-feira. Desde 24 de junho de 2002 (antes da eleição presidencial) o dólar não fechava em valor tão baixo. O Banco Central continuou a comprar dólares diretamente no mercado ontem. Foram realizados dois leilões de compra. O mercado financeiro voltou a refletir o otimismo da semana passada. Os C-Bonds, títulos da dívida brasileira, e a Bovespa batem recordes novamente. O risco-Brasil, entretanto, sobe. O otimismo acompanha a decisão do Banco Central de emitir US$ 1,5 bilhão em bônus global de 30 anos do Brasil. Segundo operadores, o apetite do mercado foi tão grande que a demanda superou US$ 7 bilhões. O Ibovespa _principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo_ também seguiu em nível recorde. Às 16h38 de ontem, o índice subiu 1,1%, para 24.180 pontos. Os C-Bonds_ principais títulos da dívida externa do Brasil_ são negociados a 100,9% de seu valor de face, novamente, nível recorde desde que os papéis foram lançados, em 1994. Na semana passada, o C-Bond passou o seu valor integral pela primeira vez. Mesmo assim, o risco-Brasil sobe 0,98%, para 411 pontos básicos. Durante a manhã de ontem, o risco-Brasil caiu para um nível próximo dos 400 pontos (chegou a 403 pontos). O risco-país é calculado pelo banco americano JP Morgan com base nos valores dos títulos das dívidas dos países emergentes. É o principal termômetro para medir a desconfiança (ou confiança) de investidores com relação a um país. Quanto menor o risco, menor o receio de calote. |
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