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Da Redação

 

Promessas

No dia 26 de novembro de 2003, após várias tentativas, notas em jornais e destaque da imprensa, o reitor Jonas Filho e assessores compareceram ao bloco onde funciona o Curso de Comunicação Social/Jornalismo da UFAC e ouviram as reinvindicações e reclamações dos alunos.

O Reitor deu as justificativas que tinha para a ocasião e fez acreditar que, em até 15 dias, os problemas começariam a ser resolvidos, sendo que alguns problemas foram colocados como de solução imediata, como o aterramento da sala onde funcionaria o laboratório de vídeo do curso e que estaria sem funcionar por este mero detalhe. Mostrando surpresa e cobrando de seus assessores, o Reitor prometeu que isto poderia ser solucionado até no dia seguinte, mas que agendássemos a cobrança para dali a 15 dias, com tempo para qualquer eventualidade.

Foram feitas outras promessas, como liberação de verba, R$ 10 mil para compra dos livros exigidos em bibliografia, mais R$ 1 mil para assinatura de periódicos de circulação nacional e local, destinação de pelo menos 2 micro computadores para o curso, para uso dos alunos.

É triste constatar que hoje já se passaram quase dois meses e não temos notícias de nada que tenha sido feito a partir destas promessas.

O laboratório continua sem funcionar;

Os livros não foram comprados;

Os jornais não foram assinados;

Os micros não foram disponibilizados.

Nada foi feito.

Será que vamos ter que esperar a vistoria do MEC para que o curso seja maquiado para passar na avaliação e começar a existir?

E não venha o Sr. Reitor dizer, como disse no começo da primeira reunião, que “certas notas em jornais têm a intenção de desestabilizar uma possível candidatura à reeleição” pois deste certame não sei nem a data em que vai ocorrer, e pouco me importa saber quem são os candidatos, sei que o atual Reitor é o Dr. Jonas Filho e com o Curso de Comunicação Social ele está em débito.

Mas agora, escrevendo este artigo e pensando melhor, pode ser que nos lembremos disso na época da eleição mesmo! (Hermington Franco/Estudante de Comunicação Social)

Férias

O início do ano escolar no mês de fevereiro é um contraproducente e merece ser revogado, voltando à antiga praxe de começo das aulas em março.

O carnaval geralmente cai em fevereiro e corresponde ao maior feriado do ano, interrompendo as aulas recém-iniciadas. A lógica, portanto, recomenda o início do ano letivo depois do carnaval. É fictício o rendimento das aulas antes do carnaval.

Em fevereiro o verão continua escaldante, tornando as aulas penosas e com baixo rendimento.

Finalmente, as férias escolares comandam grande parte das férias dos trabalhadores. E as férias destes são o motor do turismo nacional, importante atividade econômica, geradora de empregos e riqueza para o país. Ou seja, as férias não são negativas para a economia, como se diz. Com o ano letivo começando em fevereiro, a temporada de férias no país fica reduzida ao mês de janeiro, com uma sobrecarga na demanda de hotéis e passagens que poderia, com vantagem, ser distribuída pelo mês de fevereiro.

Portanto, não há vantagem no início do ano escolar em fevereiro e há grandes vantagens para alunos e demais brasileiros na transferência para o mês de março, como, aliás, era antes, não tão antigamente assim. (Roldão Simas Filho/Brasília)

Maior do mundo

O “Queen Mary 2”, o maior e mais luxuoso transatlântico do mundo, partiu ontem do porto de Southampton (sul da Inglaterra) para um cruzeiro de quatorze dias que terminará em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA).

O navio, de 345 metros de comprimento, 41 de largura e que pesa mais de 150.000 toneladas, deixou a Inglaterra em sua viagem de estréia com mais de uma hora de atraso.

Sob grande expectativa e estritas medidas de segurança, o “Queen Mary 2”, com capacidade para 2.620 passageiros, teve uma despedida que incluiu música e a saudação de várias embarcações que se congregaram para o acontecimento.

A nova rainha dos mares, de bandeira britânica mas propriedade da empresa americana Cunard, teve todas as suas passagens esgotadas para a primeira viagem de estréia, apesar do altíssimo preço (36.000 dólares pelo camarote mais luxuoso).

O transatlântico foi batizado na última quinta-feira pela rainha Elizabeth II da Inglaterra, que lançou a tradicional garrafa de champanhe contra o casco.

Compareceram a essa cerimônia umas duas mil pessoas, que passearam pela impressionante embarcação construída nos estaleiros de Saint Nazaire, no oeste da França.

Em novembro passado quinze pessoas que visitavam o “Queen Mary 2” nesses estaleiros morreram na queda de uma passarela de acesso ao navio.

O luxuoso transatlântico, que saiu do mesmo porto de onde partiu o “Titanic”, em 1912, conta, entre outras facilidades, com um teatro para mil espectadores, cinco piscinas, um planetário e um hospital de 420 metros quadrados.

Investimentos

Diretor-geral da TV Globo, Octávio Florisbal, não deixa dúvidas: a Globo quer, sim, transferir o “Domingão do Faustão” do Rio de Janeiro para São Paulo.

O executivo dá ainda outra notícia sobre os investimentos da emissora, originalmente carioca, em São Paulo: está em fase final de estudos um novo prédio, a ser construído ao lado da atual sede paulistana, na zona sul da cidade.

A estratégia da Globo é ampliar sua presença no mercado paulista, com a conquista de mais anunciantes e audiência. “São Paulo é o principal centro gerador das verbas publicitárias do país. Sempre foi assim”, afirma Florisbal.

 

 
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Rio Branco-AC, 13 de janeiro de 2004
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