COTIDIANO

Seater capacita extensionistas sobre política nacional de ATER

 


Os agentes de Extensão Rural de entidades de Ater, governamentais e não-governamentais estarão reunidos de 17 a 21 da próxima semana na Pousada Ecológica de Assis Brasil, para o nivelamento conceitual sobre a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater). Este é o terceiro encontro realizado pela Secretaria de Assistência Técnica e Extensão Agroflorestal (Seater) como estratégia para nivelar o conhecimento do tema entre os técnicos.

Com esta ação, a Seater busca socializar os conceitos básicos da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, com o objetivo de estabelecer um nivelamento dos conhecimentos sobre a Política entre os principais executores das atividades de Ater nos municípios. Para o diretor técnico, Francisco Ubiracy Machado, “é fundamental que passemos a falar a mesma linguagem e construirmos um entendimento uniforme sobre os principais eixos da Política Nacional de Ater, para que possamos qualificar os serviços prestados à agricultura familiar do Acre”.

Esse será o terceiro encontro. O primeiro foi realizado em Feijó e reuniu os agentes da região do Juruá e Envira. O segundo em Epitaciolândia com parte dos agentes do Alto Acre e o terceiro será em Assis Brasil com os demais agentes dessa região. Os encontro levam os conceitos-chave ao conhecimento dos técnicos que estão no campo, trabalhando diretamente com os beneficiários das Políticas do MDA.

Entre os eixos básicos da Pnater, é possível destacar a Extensão Rural, como um processo educativo, plural e democrático que adota metodologias participativas, que orienta sua base tecnológica por meio dos princípios da Agroecologia, visando a inclusão social, o fortalecimento da cidadania e que luta por um maior espaço para a gestão social.

Os serviços de Ater baseados na nova política devem respeitar as especificidades sócio-culturais dos diferentes grupos étnicos e incorporar questões de gênero e geração. Devem, ainda, realizar uma atividade que contribua para a construção de estilos de desenvolvimento rural e de agriculturas sustentáveis compatíveis com as peculiaridades dos diferentes biomas e de cada agro-ecossistema ou sistema aquático onde se realizem as atividades produtivas orientadas pelos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural.

 

 
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Rio Branco-AC, 13 de abril de 2006
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