| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Morre um líder Ele era nobre até no sobrenome. Destemido também. Lutou silenciosamente contra a doença que o fustigava há quase dois anos. E só jogou a toalha quando se convenceu de que fizera a sua parte. Francisco Rildo Cartaxo Nobre, paraibano de nascimento, tinha 44 anos, era casado e pai de uma filha. Havia sido eleito deputado estadual no pleito de 2006. Tranqüilo e diplomático, no início da legislatura assumiu a liderança do governo do Estado na casa do povo. As sofríveis sessões de quimioterapia e os medicamentos fortes a que se submetia faziam definhar seu estado físico, mas foram impotentes para fazê-lo renunciar o desejo de pugnar o direito, igualmente nobre, dos cidadãos deste pedaço de Brasil que incorporou e cujos habitantes outorgaram sua proposta de trabalho em benefício de todos. Perde o Acre um jovem pai de família e homem público que acumulava planos nobres para o engrandecimento desta terra. E os cumpriu até o momento em que o coração já combalido assim permitiu. A tribuna da Aleac não mais verá seus discursos serenos e coerentes. A cama do hospital que, por força da doença, acomodou seu corpo débil nos últimos dias agora abrigará outras pessoas que, como Cartaxo, recorrem à medicina secular até que o Criador do Universo estabeleça sua sentença: levá-las para Si ou prolongar sua permanência entre os vivos. Descanse em paz, companheiro Cartaxo! |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |