Queimadas: o pior é remediar
Parte da população de Rio Branco já está preocupada com a proximidade do período das queimadas. Ela espera uma ação mais efetiva dos órgãos de meio ambiente no sentido de controlar a ação dos “incendiários de plantão”, desde o grande latifundiário ao simples morador da área urbana da capital.
O medo é de que as queimadas fiquem fora de controle, como ocorreu em anos passados, quando a população de crianças e idosos lotou os corredores dos hospitais. Nesse sentido, o cidadão espera que órgãos como o Ministério Público Estadual (MPE), secretarias de Meio Ambiente do Estado e prefeitura, assim como os Bombeiros e a própria população estejam alertas.
Nesse caso cabe a velha e popular frase: melhor prevenir do que remediar. Quando todos trabalham juntos, a população colabora e o resultado é positivo, como já foi visto antes. O que não se pode mais é permitir que o descontrole de queimadas chegue a um nível em que a fumaça impeça a visibilidade das pessoas metros à frente, como já ocorreu em Rio Branco.
No entanto, combater e prevenir os incêndios não são responsabilidade apenas do poder público, mas de cada morador do município. Além de não atear fogo em terrenos baldios, os mais conscientes podem também conscientizar a comunidade sobre os riscos de incêndios e atuar como fiscal do meio ambiente. Cada um faz a sua parte e a natureza agradece.
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