| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Resposta à sociedade Como instituição idônea e guardiã dos direitos e deveres do cidadão, a Polícia Militar do Estado tem o compromisso de se manifestar publicamente sobre a denúncia de que membros do seu Comando de Operações Especiais (COE) estariam intimidando, com uso de bombas, travestis que fazem ponto na rua Minas Gerais, conforme declarações do presidente da Associação dos Homossexuais do Acre (Ahac) publicadas na edição de ontem deste jornal. Seria no mínimo excesso de ousadia da recém-criada entidade procurar um meio de comunicação para acusar gratuitamente integrantes da corporação de prejudicar pessoas que, até prova em contrário, não estão infringindo a lei. Nesse caso, a PM, por meio de seu Comando-Geral, sem dúvidas tomará as providências necessárias à preservação da sua imagem. Um dos lados, em tese, terá que sofrer os rigores do ato praticado: os acusadores, por falso testemunho, ou os militares acusados, por mau comportamento, abuso de autoridade, discriminação, homofobia ou outro item que caracterize desrespeito ao estatuto da corporação. Pode parecer uma notícia corriqueira, mas não é! A acusação é de profunda gravidade e o cidadão pagador de impostos, e de certa forma mantenedor dos órgãos de segurança, exige atitudes que o convençam de que este país é, de verdade, uma nação democrática. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |