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Saúde, equilíbrio e sabedoria Apreciadores da arte Zen devem aproveitar a presença de Marcelo Dhyana em Rio Branco |
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Marcelo Dhyana se iniciou na área da arte de zen, em 1992, por necessidade pessoal, era gerente de vendas e tinha uma vida corrida, estressada, por isso, buscou tratamentos nas terapias da área alternativa: a meditação e terapia da respiração. Ele observou que não estava dando conta das questões que tinha que resolver. “Eu fazia o que deveria fazer, mas percebi que algo estava errado e que deveria existir alguma coisa a mais no mundo que não sabia, e que por isso não estava feliz como gostaria”. Foi através desses questionamentos que ele se tornou cliente dessas técnicas. Com o tempo, Marcelo começou a participar de workshops e cursos, descobrindo que isso tinha muita haver com tudo que queria para sua vida. “Comecei a fazer os cursos de formação, eles são chamados cursos livres, já que não tem uma faculdade de terapia ou uma faculdade zen”. Com isso, de tanto usar essas técnicas no seu dia-a-dia, Marcelo Dhyana foi se habilitando e agora pode trabalhar e transmitir seus conhecimentos para outras pessoas. O fim de semana Zen Marcelo Dhyana afirma que se deve “tirar coisas” da mente, e não adicionar mais. Por isso, durante neste fim de semana, ele está no Gaya (Aldeia do Ser), realizando uma atividade que visa deixar as pessoas mais tranqüilas, tirando da cabeça coisas que não têm muita importância e que só ocupam espaço na mente. “Este fim de semana é para que as pessoas possam experimentar a existência de uma identificação com os pensamentos, aprendendo a criar pausas para experimentar o momento presente”. Zen – O zen não é para ser entendido, é para ser vivido. A prática consiste em estar presente, neste momento, em ações e não em pensamentos. Uma coisa é o que se pensa e outra coisa é a realidade. A tradução de Zen que dizer ação correta, e para explicar ainda melhor, Marcelo usa a seguinte frase de Osho: “Você tem apenas um momento em suas mãos: o momento real. Você não terá esse momento de volta. Ou você o vive ou o deixa sem viver”. Marcelo Dhyana estará em
Rio Branco até o dia 24. Durante esses dias ele realizará
palestras, workshops, além dos atendimentos com massagens e tarô
zen. Tudo isso acontece no Gaya (Aldeia do Ser). Os interessados podem
entrar em contato pelos telefones 3228-3257 ou 9984-6237
O Tarô Zen Outra técnica que Marcelo Dhyana domina é o tarô zen. Este tarô é um usado como um instrumento de consciência. “Eu não vou adivinhar o futuro ou o passado de alguém, isso não importa para o zen”, diz Marcelo. O que interessa é que, na vida, existem algumas coisas que recebem muita atenção, outra que recebem pouca, e ainda há aquelas que não recebem atenção nenhuma. Com isso, o tarô zen visa trazer luz e consciência para as ações feitas no dia-a-dia “Na vida diária acontecem várias coisas no nível profissional, financeiro, pessoal, emocional e espiritual, então o tarô zen vai auxiliar a pessoa para lidar com isso com consciência”. Os Problemas - Segundo Marcelo Dhyana, os problemas aparecem pela tensão do homem. “As pessoas falam que estão tensas porque estão cheias de problemas, mas isso não é verdade. Os problemas aparecem por estarmos tensos, se estivéssemos relaxados, veríamos o problema apenas como uma situação que deve ser resolvida” diz. Arte dos aromas Desde criança Marcelo foi muito ligado a cheiros. Sua experiência com aromaterapia começou com a prática da massagem. Para essa técnica ele começou a usar óleos extraídos das plantas, produtos naturais e bem concentrados com propriedades terapêuticas e, acabou descobrindo que os óleos não tinham efeitos só no corpo físico, mas também proporcionavam efeitos no emocional. “O óleo essencial é uma parte altamente concentrada do princípio ativo da planta, uma gota de erva doce é o equivalente a mais de 30 xícaras de chá dessa erva-doce” explica. O Workshop sobre a arte dos aromas vai ser realizado nos dias 20 e 21 no Gaya (Aldeia do Ser), vão ser exploradas as potencialidades terapêuticas. Os participantes vão saber da existência dos óleos essenciais, onde podem ser encontrados e como podem ser usados na vida diária. “A pessoa tem insônia, e para resolver isso ela toma um calmante como o Lexitan, ao invés disso, que vai ter inúmeros efeitos adversos, ela pode usar uma gotinha de óleo essencial de lavanda na pontinha da fronha do travesseiro, fazer uma massagem com o óleo ou tomar um banho”, conta. O objetivo do workshop não é dar um curso de aromaterapia ou formar profissionais, mas sim, passar noções de uma técnica que as pessoas possam e aplicar na vida. “Se vai sair algum aromateraupeuta daqui, só o tempo pode dizer, porque a pessoa vai ter que pesquisar muito sobre o assunto”, diz. Marcelo conta que estuda a aromaterapia a mais de três anos, e ainda acredita que está apenas começando. “É preciso buscar aquilo que não está escrito nos livros, pois quando a gente pratica, descobrimos coisas que não têm na literatura”. Confusão – Marcelo conta que é muito comum existir a confusão entre os óleos essenciais e as essências aromáticas. “A pessoa pode usar essência aromática achando que é o óleo, e não vai ter resultado nenhum, a essência pode até causar uma irritação na pele, e com isso, a pessoa vai passar a não acreditar na aromaterapia”. Os óleos essenciais, do extrato da planta, enquanto que as essências aromáticas são produtos químicos que não tem os efeitos terapêuticos. “A aromaterapia é uma forma cheirosa, gostosa, prazerosa e suave de você lidar com questões que estão difíceis de serem lidadas”, finaliza. *Acadêmica do Curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo do Iesacre, sob a supervisão de Evaldo Ribeiro. |
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