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Torcida pela paz O massacre de seres humanos no Oriente Médio assusta as comunidades do mundo, que, atônitas, chegam a se questionar até onde vai o limite de intolerância e ignorância do homem. Centenas de pessoas inocentes já foram mortas em nome da disputa de território e de interesse de terceiros. Acreditando na possibilidade de uma trégua na região, os libaneses e palestinos que vivem em outros países, incluindo o Brasil, unem-se para manifestar sua revolta e angústia. Eles temem pelos parentes que ainda moram no Oriente Médio e estão à mercê da guerra instalada no local há cerca de um mês. O cenário da destruição parece saído de um filme de terror, mas, mesmo na ficção, o telespectador pode visualizar um final no qual as partes envolvidas chegam a um consenso, o que não acontece muito na vida real. Em Rio Branco, o Comitê de Defesa da Paz Contra o Massacre do
Povo Libanês e Palestino se prepara para realizar uma manifestação
na próxima terça-feira, na Assembléia Legislativa.
O ato ecumênico deverá receber a adesão dos parlamentares
e de autoridades Estado e município. No Líbano o cenário
é apocalíptico. Inúmeras cidades foram destruídas
por bombas e foguetes. Milhares de pessoas ficaram sem luz, água
e telefone. Enquanto não se chega a um consenso, o resto do mundo, que assiste à batalha animalesca, reza pelos inocentes que permanecem sob a mira das armas. |
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