| POLÍTICA | |
Magalhães fala sobre o caso Roberto Filho |
|
Amanhã, os promotores que estão à frente das investigações irão explicar, em plenário, aos deputados e à imprensa como se deram as investigações e apresentar as provas que os levaram a pedir a prisão de Roberto Filho. Um dos possíveis alvos de Roberto Filho é Josenir Anute, que no próximo ano assumirá a vaga da deputada Naluh Gouveia (sem partido), escolhida pela Casa, no começo do mês, para ocupar a vaga de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com uma eventual morte de Anute, Roberto Filho assumiria uma cadeira na Aleac e qualquer processo contra ele ficaria mais difícil de ser executado, já que contaria com a imunidade parlamentar que garante o foro privilegiado. Mas o presidente da Aleac já antecipou: “Aqui no Parlamento não serão acolhida pessoas desse tipo”. Para Magalhães, o tempo do crime organizado no Acre já acabou, e atitudes como essas precisam ser reprimidas. “Só a decisão da Justiça em decretar a prisão dele [Filho] já representa um grande avanço”, diz. O parlamentar lembrou o fato de a Assembléia Legislativa do Acre ter sido uma das instituições que à época mais contribui para pôr fim às ações do crime organizado no Estado. “A Assembléia sempre combateu esses tipos de práticas; foi um tempo dolorido para o povo acreano, mas que soubemos superar. Não podemos aceitar atitude como essas.” (Fábio Pontes/Agência Aleac) |
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| |
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |