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Câmara vai discutir denúncia de monopólio no transporte coletivo Suposta negociação divide opiniões no parlamento municipal |
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Depois de várias discussões das bancadas na Câmara de Rio Branco sobre as denúncias de um suposto monopólio no sistema de transporte coletivo da capital, os vereadores aprovaram requerimento pedindo a presença da diretoria da RBTrans à sessão do próximo dia 27. O debate sobre a questão havia sido proposto inicialmente pelo vereador Rodrigo Pinto (PMDB) e derrubada pela maioria sob a alegação de que não se fazia necessária a presença em plenário do sindicato das empresas, da RBTrans e do sindicato dos trabalhadores do setor. Diante da negativa, Rodrigo Pinto não aceitou mudar os critérios de seu pedido (que previa a presença dos três setores) e ele foi substituído por outro, feito pelo vereador Pascal Khalil (PC do B). A discussão sobre as denúncias de que uma das empresas do sistema que detêm maior número de linhas estaria negociando a compra de uma outra foi um dos principais temas em plenário da Câmara desde o início da semana. “Até quarta-feira todos concordavam com a indicação, inclusive a situação, e hoje [ontem] tudo mudou”, reclama Rodrigo. Segundo ele, a bancada de apoio à prefeitura está criando uma barreira de proteção das empresas, garantindo ainda que a RBTrans não está bem informada sofre os fatos para falar sozinha sobre o assunto. “Trata-se de um órgão fiscalizador, que não fiscaliza e que não está sabendo de tudo o que acontece no sistema”, ressalta. Enquanto a oposição aponta a possibilidade de monopólio na área do transporte, a situação garante que a prefeitura tem as concessões sob controle. O líder do prefeito na Câmara, Márcio Batista (PC do B), anunciou que o município vai disponibilizar quaisquer informações que forem requeridas pela Câmara Municipal no tocante ao funcionamento do sistema. “Nossa principal bandeira ética, no terreno da administração, é a transparência com a coisa pública, que no caso passa pela permissão do ato da fiscalização”, explica. O líder da bancada comunista na Casa, autor do requerimento aprovado ontem, Pascal Khalil, disse que o surgimento da nova proposta traduz o interesse da Câmara de discutir o assunto sim, mas, evitar que o parlamento seja usado como palanque político. “Continuamos defendendo transparência nas ações da prefeitura, só não queremos que a Câmara se transforme em palanque político. No que se refere ao sistema, uma empresa só compra outra se o município autorizar”, acentuou. | |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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