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Revalidação de diplomas de brasileiros que estudaram em Cuba começa em 2009 |
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O reitor da Ufac, Jonas Filho, acompanhou o entendimento dos representantes de outras cinco universidades brasileiras. Ou seja: no Acre, é possível, sim, fazer uma experiência piloto com os formandos da Escola Latino-Americana de Medicina (Elam). Esta possibilidade é respaldada em compromissos do governo do Estado, de garantir um aporte financeiro à Ufac. “As turmas aumentarão e, em conseqüência disso, haverá a necessidade de contratarmos mais professores e criamos espaços alternativos para acomodar os novos alunos”, disse o reitor. Há anos, o Congresso, através, especialmente, dos deputados Nilson Mourão e Perpétua Almeida, além do senador Tião Viana, tenta garantir o direito de esses estudantes exercerem a profissão no Brasil. “Nós sabemos que o conteúdo curricular de Cuba é o mesmo daqui. Nada impede, a partir de agora, que eles conquistem o registro junto ao Conselho Federal de Medicina”, afirmou a deputada. O deputado petista lembrou o déficit de médicos em todo o país (são mais de 3 mil cidades com atendimento precário), e ressaltou que estados como o Acre serão beneficiados com a revalidação. O acordo foi fechado inicialmente com representantes das universidades do Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Alagoas e Acre. Estas instituições formalizarão a adesão ao acordo até o dia 31 deste mês. Em dezembro, o Conselho Nacional de Educação, ao qual caberá a última palavra, receberá a minuta dos convênios, para assinatura entre as universidades e a Elam. A proposta, no entanto, será oficializada ás entidades que representam todas as universidades estaduais e federais do país. “Temos a expectativa de que outras instituições também assinem este convênio”, disse Ana Estela. | |
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| Com Moisés Alencastro |
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| Com Roberta Lima |
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| Com Leonildo Rosas |
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