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MPE interdita parte do prédio da Uninorte Incidente da última quarta-feira deixou mais de 50 feridos. Bloco C não funcionará até a conclusão do laudo |
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O prédio da Uninorte, onde ocorreu o incidente na noite da última quarta-feira, que deixou cerca de 50 feridos, foi interditado na manhã de ontem a pedido da promotoria de Defesa do Consumidor, do Ministério Público Estadual (MPE). A promotora titular, Alessandra Garcia Marques, alega que a atitude é uma maneira de preservar as provas do local onde o incidente foi iniciado até que a perícia que está sendo feita pelo Corpo de Bombeiros, Conselho Regional de Engenharia (CREA) e Instituto Criminal seja concluída. As aulas, que estavam sendo normalizadas, precisarão novamente ser revistas pela direção da instituição de ensino. O segundo andar é onde ficam localizadas as salas de todos os cursos na área de administração. Na decisão da promotora, que foi oficializada na requisição enviada ao diretor da Polícia Civil, Walter Prado, ela solicita também o laudo da perícia que está sendo feita. A assessoria da promotora informou que ela não fez o pedido de interdição antes, por acreditar que os próprios responsáveis pela perícia o fariam. E que essa é uma decisão que pode ajudar a faculdade a limpar sua imagem caso não seja culpada do episódio, pois mantendo as provas, o resultado do laudo dirá se o prédio manifesta risco. A decisão de interdição só foi acatada na manhã de ontem, quando o documento foi enviado a direção da instituição e foi atendido de imediato. Na próxima segunda-feira ela será publicada no Diário Oficial da Justiça. A diretora acadêmica, Afra Souza afirma que Corpo de Bombeiros, CREA e Instituto Criminal estiveram no local e fizeram todo o levantamento de dados para a perícia. E que a direção está tomando as providências para que os estudantes não sejam prejudicados com falta de aula. O assessor jurídico da Uninorte, Luiz Saraiva diz que foram feitos os reparos aos danos – que foi somente de vidros e cadeiras quebradas - antes da interdição. Quanto às providências jurídicas, afirma que respeita a decisão da promotora, e irá esperar o pronunciamento dos peritos para se pronunciar, “até porque se trata de uma interdição provisória para que seja feita a perícia”. |
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