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Seater inicia apresentação do PDSA e PRA em assentamentos |
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Treze extensionistas multidisciplinares, apoiados por um doutor em solos e uma mestra em geoprocessamento, atuam no PDSA. Entre os técnicos da Seaprof estão o coordenador Ademir Batista de Almeida, Othon de Souza, João de Jesus, Marineiva Menezes e José de Albuquerque Filho. O núcleo está implantado no âmbito da Seaprof e seus profissionais já percorreram, pelos vários meios possíveis, os assentamentos que estão sob estudo: Moreno Maia, Vista Alegre, Boa Água, Colibri, Baixa Verde e Triunfo, em Rio Branco; Canary e Espinhara, no Bujari; Joaquim de Matos, Favo de Mel, Riozinho e Oriente (Sena Madureira); Tupá (Xapuri); Porto Rico (Epitaciolândia); Cumaru (Acrelândia); Nova Cintra (Rodrigues Alves); Vitória (Porto Walter); Gleba Z do Projeto Peixoto e Limeira (Senador Guiomard); Envira (Feijó); Triunfo (Plácido de Castro) e Três Meninas (Brasiléia). Detalhado, o PDSA traz inclusive os tipos de solo prevalecentes em determinado assentamento e apresenta sugestões das culturas que podem ter melhor desempenho, apresentando, ainda, o roçado sustentável. Por ele, o agricultor não precisará realizar constantes desmates para poder plantar porque o ciclo de utilização é baseado na avaliação do solo e sua renovação usando-se leguminosas. O PDSA custou cerca de R$5 milhões. Grande parte desse dinheiro foi repassado pelo Governo Federal através do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O Governo do Estado entra com contrapartida em parte financeira, logística e material.
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