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Empreendedorismo Consciente Depois de premiar os melhores projetos, Basa incentiva empresários a adotar a idéia e executá-los |
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O Banco da Amazônia (Basa) abre amanhã, às 18 horas no Palácio Rio Branco uma exposição para divulgar os 30 trabalhos que foram semifinalistas do Prêmio de Empreendedorismo Consciente, realizado pela instituição há alguns meses. O certame rendeu 100 mil dólares aos três vencedores, que ficaram empatados na opinião da comissão julgadora. Nos dias 18 e 19 deste mês a mostra estará aberta ao público das 18h às 21 horas. Durante a exposição o Banco promoverá um seminário envolvendo empresários e projetistas acreanos. O objetivo é discutir as idéias premiadas e transforma-las em oportunidades de negócios para o Estado. O resultado do debate será objeto de encontro dos gestores da instituição com personalidades nacionais e estrangeiras possíveis investidores na Amazônia. A primeira reunião para discutir o assunto deverá acontecer ainda este ano no Japão. “Trata-se de uma busca por empresas que acreditem, comprem a idéia e a coloquem em funcionamento. Nesse caso o Banco da Amazônia oferecerá o financiamento dentro de suas condições”, acrescentou o gerente regional do Basa no Acre, Marivaldo Gonçalves de Melo. Ele frisou que a iniciativa de realizar o certame foi buscar idéias para uma nova forma de desenvolvimento da região, onde a equação maior seja a integração entre o econômico, o social e o ecológico, com zero de destruição do ecossistema. Segundo Marivaldo, A instituição está colocando em funcionamento o Projeto Amazônia Sustentável, que oferece mais flexibilidade aos projetos de reflorestamento e outros com prazos limitados. A exposição está percorrendo todos os Estados da Amazônia, e depois do Acre ela seguira para São Paulo e Porto e Porto Alegre. “Hoje não dá mais para trabalhar um projeto sem o foco da sustentabilidade e viabilidade econômica e social”, lembrou o gerente. O novo projeto vai contemplar todos os setores e ouvir novamente as entidades de classe que influenciam nas aplicações do banco. Nos últimos anos, a instituição tem se tornado cada vez mais flexível quando se trata de dar oportunidade aos empreendedores. O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) é um dos exemplos. No período de 89 a 94 ele ofereceu R$ 22 milhões aos investidores acreanos. De 99 até 2006 a aplicação subiu para R$ 220 milhões. Marivaldo lembrou ainda que o Basa possui uma política equilibrada, não tendo entrado na febre do plantio de soja que invadiu em outros Estados. O produto que surgiu com promessa de lucro hoje tem seu valor reduzido, o que representa prejuízo para os investidores. “Crescemos muito no investimento florestal”, assegurou ele. O banco está presente em dois projetos de manejo, custeio florestal, no setor da indústria, fábricas do Distrito Industrial e no Pólo Moveleiro. “Esse último serve de modelo, onde o governo oferece a infra-estrutura e o banco entra com o investimento”. |
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