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Prefeitura vai investir R$ 10 milhões em novo aterro sanitário |
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Numa área de 80 hectares, localizada no km 22 da estrada entre Rio Branco e Porto Velho, será construída a Unidade de Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos (UTRE), que marca o fim de um quadro que se tornou um desafio de todos: os “lixões” a céu aberto que tanto causam impacto à qualidade ambiental das cidades. A UTRE de Rio Branco poderá atender uma população de 350 mil habitantes e receber uma quantidade de resíduos de 7 mil toneladas ao mês. Esses valores irão dobrar a capacidade de recebimento de resíduos no atual aterro, que opera hoje com custos muito elevados para o município. Os recursos empregados são R$ 9.618.300, provenientes do FGTS disponibilizados pelo governo federal através Caixa Econômica Federal, e R$ 1.068.700, de contrapartida da prefeitura. Desses valores, cerca de R$ 2 milhões serão destinados para o fim do atual aterro. “Estamos trabalhando para que esse novo aterro tenha vida útil mínima de 20 anos. Entre outras melhorias agora teremos tratamento do chorume (líquido residual do lixo) para que não haja contaminação da área”, explicou Arthur Leite, secretário Municipal de Meio Ambiente. Outra preocupação dos técnicos é com a coleta de lixo reciclável, a fim de reduzir o volume do material enviado ao aterro. Para isso, a prefeitura conta com a parceria do Projeto Catar, uma cooperativa de catadores de recicláveis. “Quando fazemos a coleta deixamos de enviar para o aterro materiais que são importantes para os catadores, mas que representam poluição para o ambiente”, destacou Úrsula Mara, presidente da Associação do Projeto Catar. Para o prefeito Raimundo Angelim, o aterro irá resultar em mais saúde para a população, graças à melhoria sanitária. “Estamos satisfeitos de contar com a parceria do governo federal, através da Caixa Econômica, que irá possibilitar a construção de um aterro dos mais modernos à altura de nossa cidade para que ela se torne cada vez mais limpa”, disse o prefeito. As obras serão licitadas após a apresentação dos estudos, do Relatório de Impacto Ambiental aos órgãos ambientais competentes e da aprovação do Projeto Executivo e da Licença de Instalação. |
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