OPINIÃO
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Do Editor

 

Aleac discute o caso Roberto Filho

O caso Roberto Filho, acusado de tramar a morte de autoridades, vai ser decidido mesmo na Justiça, não há dúvida disso. Pouco poderá ser feito pelos deputados estaduais para influir a favor ou contra o ex-deputado. Mas é extremamente elogiável a postura da mesa diretora da Aleac, que convocou três promotores de Justiça para discutir o assunto.

Elogiável também é a postura do presidente daquela Casa, deputado Edvaldo Magalhães, que reiteradas vezes vem afirmando que não há mais espaço para o crime organizado no Acre nem para o convívio com criminosos.

Com o encontro de hoje, os parlamentares querem mais do que informações sobre o caso, querem saber o grau de risco que corre o suplente de deputado Josenir Anute, que deve assumir uma vaga com a saída de Naluh Gouveia, que toma posse como conselheira do TCE. A mesa diretora quer proteger Anute, já que ele era uma das pessoas que figurava na suposta lista negra de Roberto Filho.

A postura da mesa diretora da Aleac e de Edvaldo Magalhães mostra que o Acre mudou, pois não há mais autoridades intimidadas nem a omissão da Justiça diante de ameaças. A barbárie dos crimes encomendados não prospera mais por essas bandas.

 

 
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Rio Branco-AC, 14 de novembro de 2007
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