| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Movimentos paredistas Nesse início de ano parece que os movimentos grevistas começaram a tomar conta do Acre. Professores do Estado e da prefeitura iniciaram o período de greves. Motoristas de ônibus complementam e exigem melhorias salariais sob pena de provocarem o colapso nos transportes coletivos. Lá pelas bandas do funcionalismo federal os servidores do Ibama entram em greve e paralisam as fiscalizações ambientais e na Ufac o sindicato que agrega os funcionários também aponta para uma greve lá pelo dia 28. Na educação do Estado e município, o movimento já subiu no telhado faz tempo. Com o governo atendendo as principais reivindicações, não há mais por que o movimento se sustentar. A greve dos ônibus deixa uma dúvida nos consumidores: será que o movimento não tem o incentivo dos próprios empresários, que também exigem aumento de tarifa? Ufac e Ibama lutam por questões distintas. No Ibama o movimento centra fogo contra o recém-criado Instituto Chico Mendes, e na Ufac a questão é mesmo salarial, entretanto, o movimento parece não contar com o apoio dos alunos, embora os professores ainda não tenham se manifestado. Todos esses, no entanto, parecem estar fadado ao fracasso. O motivo é simples: a falta de unidade dos discursos e mesmo das categorias. Cabe reafirmar o que já foi dito neste espaço em outra oportunidade: o sindicalismo atual não conseguiu evoluir e propor novas formas de lutas. A greve, embora seja um instrumento legítimo, parece não mais atender às necessidades dos embates entre patrão e empregado. Nenhuma nova forma de luta surge e ninguém busca pensar a respeito. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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